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    Heróis Que um Dia Foram

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    Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por Visionnaire em Qui 18 Dez 2014, 16:37

    Personagens Que Um Dia Foram

    Pare e olhe pra você. Se tiver um espelho, melhor ainda. Analise-se. Seja sincero, você percebe alguma mudança na sua fisionomia? Agora pare e olhe em volta. Está tudo igual antes? Algo mudou? Se conseguir analisar suas preferencias atuais e compará-las com as preferencias de 20 anos atrás talvez se assuste mais ainda. O interessante disso tudo é que a vida sempre esteve em uma eterna transição, tudo mudando desde antes de nascermos, mesmo antes de a vida existir na Terra. Mudar é algo natural. Não é não. Mudar não é natural, natural é respirar. Mudar é complicado, exige uma adaptação, exige uma postura diferente e nem sempre mudar é bom.
    Você está envelhecendo em uma velocidade crescentemente assustadora e, acredite daqui a 40 anos você se assustará muito mais com suas rugas do que hoje em dia. Isso é bom? E a infância que você deixou pra trás? E toda sua alegria, passar o dia inteiro rindo, brincar, correr, discutir sobre quem é mais amigo de quem? E seus amigos que se foram, aqueles que se mudaram, aqueles que você mudou e aqueles que te mudaram? Mudando o mundo se transformou no que é, mas “tudo bem, vamos nos adaptar”. Eu não. Saí pra lá.
    Algumas mudanças são bem vindas, não dá pra generalizar, mas certas coisas não precisam mudar. Eu ainda jogo vídeo game e fazia isso quando era criança. Me nego a mudar. Foi com muito esforço que cheguei até aqui jogando diariamente. O problema é que até mesmo os jogos estão mudando e quando isso acontece alguém precisa fazer alguma coisa, alguém precisa mostrar ao mundo que não é assim que a banda toda. Não é a falta de locadoras ou mesmo a escassez de fliperamas que me incomoda. Ok, isso me incomoda também, mas fica para um próximo artigo. O que eu quero expor aqui são as atuais mudanças que a essência dos jogos está sofrendo. Isso é grave e talvez seja prudente preparar o coração dos cardíacos antes de abordarmos esse tema. Também gostaria de deixar claro que se eu sumir, assim do nada, avisem o FBI, pois eu pretendo pegar pesado aqui, ok, lá vai: Eu não esqueci, eu não mudei, cadê meus personagens preferidos!? (Falei e olhei em volta pra ver se estava tudo certo. Well, ainda estou aqui.)

    Muerte Morte Dead

    Morreu o Chaves. Sabiam disso? Claro que sim, saiu em cada página da Internet e teve até especial na TV aberta. Ele mereceu ser homenageado, isso é fato, porém já se foi e deixará saudades. Quando morre alguém fica fácil entender que nunca mais o veremos. Normal. É uma daquelas mudanças que todos sabemos que acontece diariamente e logo nos alcançará. Vamos ao enterro ou vemos fotos da pessoa morta e pronto. Sabe qual é problema disso? É que só percebemos quando já aconteceu, quando já foi, bateu as botas. Parece que somos treinados para não acompanhar o processo, daí você lê um artigo na internet que te diz “pare e olhe pra você” e então você se assusta. Caramba! Estou ficando velho. Foi aí que eu entendi: Precisamos que alguém nos mostre mudanças sutis, sutis mas que matam. E foi aí que eu me assustei: Mataram e eu não vi, pois não teve enterro. Não teve funeral e nem mesmo homenagens na Internet. Eu estou falando deles, nossos queridos personagens que sumiram dos games. Cada um deles, desde Alex Kid, até o ratinho Mapi. Não é só isso, estão matando o Sonic a cada jogo lançado e ninguém vai fazer nada!? Vamos esperar morrer para ir ao enterro e lamentar!?
    Esses personagens deveriam assinar um contrato ou um seguro de vida, sei lá, cadê o pessoal dos direitos dos mascotes!? Estou indignado, eu não havia percebido, logo eu, que me julgo observador. Foi depois do ultimo Sonic que BOOM! Acordei pra vida. Ou acordei pra morte. Depende muito do ponto de vista. Fato é que isso não deveria acontecer nunca. Sério, pensem um pouco além do personagem que você controlou. Pense como uma criança, que acredita que aquilo ali é seu amigo, que precisa de sua ajuda para salvar o mundo e que tudo depende do sucesso daquele personagem. Personagem não, HEROI. Tudo depende da união de vocês. Ele é poderoso sim, mas precisa que você o controle durante o jogo e quando você o faz, então, então, então, não tem jeito, vocês se tornam um. Esse sentimento canalizado tem força suficiente para criar um ídolo. Você vence o primeiro desafio, depois de horas e horas de jogo, cria um vinculo real e zera o game. O final é emocionante, talvez você até chore, eu já chorei, é normal. Lançam uma sequencia e você vive tudo novamente, com a mesma intensidade, é quase um caso de amor. “Só que basta. Chega. Nunca mais lançaremos nada desse personagem. Siga sua vida e aceite essa mudança. Vá trabalhar e nos ajude a manter o sistema funcionando”.
    Quando não matam imediatamente, então o processo é lento, quase uma tortura! Sonic está sendo esticado a cada lançamento, daqui a pouco vai bater um recorde de pernas mais compridas do mundo dos games. Se é que já não bateu. Mas esticar é o menor dos problemas do ouriço, afinal estão acabando com o carinho dos fãs por seus jogos. Estamos presenciando um processo de desmacotização. Palavra que eu inventei agora e acontece quando as empresas usam seu mascote em situações desfavoráveis. O objetivo é destruir a imagem clássica desse personagem, passando por um processo seletivo, tentando atingir novos fãs, renovar a base apreciadora do mascote. O problema dessa escolha é que não há respeito com os atuais fãs, eles são descartados de uma forma desrespeitosa. O sentimento de frustração é tão grande que muitos não conseguem aceitar o declínio de seu personagem preferido e não pense que esses não eram realmente fãs, pois eu nem sequer consigo imaginar o que eu sentiria se começassem a estragar, jogo após jogo, minha franquia favorita.
    O que leva uma empresa a optar pela desmacotização de um ícone gamer? Dinheiro. Simples assim. Não estamos falando de pouco dinheiro e, a quantidade exorbitante dessa atual moeda de troca, é o principal motivo de encontrarmos tantas atrocidades nos games atuais. Trazer personagens antigos, esquecidos pela maioria, para os games de hoje em dia é algo muito arriscado. Dizer que seria garantia de sucesso é duvidar da sagacidade de todos os analistas contratados pela indústria gamer. Está claro que a maioria pensa justamente o contrário e muitos desses personagens jamais verão a luz do dia novamente. Não há espaço para tantos heróis esquecidos no próximo Smash Bros. Essa analise de perfil dos atuais consumidores, e uma indefinição sobre qual caminho a seguir, transforma o mundo dos games em um jogo de erros e acertos. Ninguém sabe qual o rumo que o mercado de games seguirá. Será a realidade virtual, com jogos cada vez mais imersivos, o futuro? Será uma mistura entre games e cinema a melhor opção, com experiências cinematográficas, filmes com opções de interatividade? Seria então mais prudente manter as coisas separadas e deixar os jogos um ar de magia, algo fantasioso? Ninguém sabe, todos tentam algo novo a cada jogo, mas estão sem norte, não sabem pra onde seguir. Vemos empresas gigantes disputando com vídeo games o mesmo espaço que os computadores já dominam há anos. Vemos outras correndo por fora, lançando jogos cartunizados, vendendo pouco, mas mantendo suas crenças. Cada um de nós tem sua preferencia, mas não é ela que decidirá o rumo e o futuro dos games. É nesse meio que vemos um rodizio constante de mascotes. Estão testando todas as possibilidades, sim, somos cobaias testando ideias em forma de games que são lançadas como isca para ver o que atraem e o que repelem. Mas há uma saída, uma solução, sim, sempre há uma solução (menos para aqueles malditos cubos mágicos).

    Fã não esquece

    É muita falta de consideração com os sentimentos alheios, usam e abusam dos personagens durante muitos anos para depois descartá-los, sem medo, pois sabem que não há punição para quem destrói sonhos. São apenas sonhos, ainda não se tornaram reais, não existe lei no mundo que condene um destruidor de coisas irreais. Uma pena, afinal o mundo precisa de pessoas que possam sonhar sem medo. “Se o Alex Kid não dá retorno financeiro, então deixa ele o limbo até que as gerações futuram nem sequer saibam que ele existiu.” Só que fã, não esquece, nunca! Cansados de esperar por sequencias dignas de suas lembranças nostálgicas, cansados de sonhos destruídos e, mais ainda, cansados de serem espectadores do massacre de suas franquias preferidas, eles, os fãs, mudaram de lado. Nascia uma nova era, uma era de games fan-made, jogo feito por fã, ou seja, jogos que são de fã para fã. O amor pela franquia seria o combustível e as consequências são maravilhosas. Temos jogos para todos os gostos, de todos os tipos, para qualquer tipo de fã, sendo que nesse meio há aqueles que se destacam e também há aqueles que envergonham. Mais por falta de habilidade do que de amor. Isso é importante frisar que apesar das limitações de alguns criadores o que está em foco aqui é uma saída alternativa para o comodismo ou mesmo para deixar de lado aquela postura de reclamar dos jogos ruins. Sim, decidir colocar a mão na massa e mostrar como se faz é digno de elogios. Precisa de coragem para tomar uma atitude dessas, precisa de empenho, força de vontade, tudo aquilo que eu e mais um monte de gente não têm. Por isso cada macaco no seu galho. Eu não sou capaz de construir uma pista de carrinho na areia, que dirá um jogo, mas sou bom o suficiente para jogar e apreciar as obras desses corajosos fãs. Fiquei admirado com a qualidade dos remakes de Street of Rage e até mesmo do Golden Axe. Jogos hacks de Sonic trazem aquela velha sensação de frio na barriga, enquanto os atuais embrulham o estomago. Vale a pena fazer uma busca detalhada desses jogos e adicionar a sua lista de jogos que deve jogar. No final desse artigo você encontrará uma pequena lista de jogos feitos por fã, jogos não autorizados, mas que merecem sua atenção.

    Remediado Está


    Sim, jogos de fãs são uma solução provisória, um band aid, são pontos em um corte profundo que precisa ser estancado. Só isso. Você vai se divertir, tenha certeza, mas o desejo não passará. Sabe aquele suco de Kiwi que, apesar de saboroso, deixa uma sensação esquisita na boca? Esquece o Kiwi. Sabe quando você acorda e quer ficar mais 5 minutos na cama? Esquece. Sabe quando você lê um artigo meu e não consegue parar de ler? Pior ainda. Sabe quando você termina um jogo e fica aquele desejo de continuar jogando? Isso! É esse o ponto! Você terminará o game fanmade, mas não saciará a sua sede, nem mesmo com suco de Kiwi. Não descansará nem mesmo se ficar mais 5 minutos na cama e não adianta ficar lendo todos os meus artigos, pois em você ficará somente uma raiva adormecida. Sabe quando essa raiva acordará? Logo quando você pensar sobre o assunto, logo quando você lembrar de que um fã conseguiu fazer tudo aquilo que você esperava por um jogo, mas a maldita dona dos direitos sobre a sua franquia não consegue sequer fazer algo parecido. Enfurecido você falará horrores, ficará com cara de cachorro que cai da mudança, perdido, tentando parar de justificar sua decepção enquanto sua boca descontrolada não consegue parar de xingar. Normal, muitos já fizeram isso. Mudar seria antinatural, não é você que precisa mudar. Nem a empresa precisava ter mudado. Era só manter, lapidar, melhorar um pouquinho aqui, um pouquinho ali e pronto. Nada de transformar os sapos de Battetoads em cantores de opera num jogo rítmico para tentar seguir as tendências dos games musicais. Nada de trazer o Alex Kidd para aparecer em um jogo genérico do Kinect onde você precisa jogar pedra, papel e tesoura contra o seu herói esquecido. Queremos o básico, o feijão com arroz, mas já que não são capazes, deixem eles descansarem em paz!
    Não toquem mais no Sonic antes que seja tarde demais e, aos personagens que se foram, ficam as lembranças e a esperança de que os fãs continuem remediando, continuem suprindo necessidade dessa pequena fatia do mercado de games, que busca reviver momentos inesquecíveis de sua vida, que buscam mais uma dose de nostalgia. Apenas mais uma aventura já seria suficiente. Será mesmo? Não há água que mate essa sede. Pare e olhe pra você.



    Lista de Games Fan-made


    Streets of Rage Remake


    Golden Axe Genesis

    Sonic 2 HD


    Castlevania 2 Revamped


    Megaman Unlimited

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    Chazzy
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por Chazzy em Qui 18 Dez 2014, 17:08

    Eu acabei lendo o texto todo, apesar de grande, estava interessante, é sempre bom refletir sobre certas coisas.

    Mas achei meio exagerado, é essencial que os desenvolvedores visem o lucro para que sobrevivam nesse competitivo mercado de jogos, o próprio Sonic citado no texto nasceu assim, a SEGA queria competir com a Nintendo na época, e fez um jogo que tinha chances de bater de frente com Mario, também é um exagero falar que o Sonic tá morrendo, o Sonic Generations foi ótimo e resgatou um pouco o lado clássico da franquia, eu não acho o Sonic Moderno um lixo total e acho que teve bons jogos sim depois do Mega Drive.

    A SEGA que enfraqueceu com o tempo de um modo geral, mas mesmo assim ainda faz jogos que valem a pena, como o Sonic Racing Transformed que é um excelente jogo e resgata personagens clássicos como o Alex Kidd também citado no texto.

    Acho que mudar é normal sim, não temos que resistir a isso, temos é que saber selecionar o que tá evoluindo bem e o que tá regredindo, o Sonic Boom foi uma tentativa de inovar com a série, mas é um exemplo de caso que era melhor deixar quieto do que fazer esse jogo só pra série "não morrer"....

    Algumas coisas presentes no cenário dos games hoje em dia eu acho muito ruim, pois lembro da época que não existiam as DLCs, por exemplo, algumas empresas abusam disso demais, mas algumas usam as DLCs de forma inteligente. Outra coisa que eu percebo também é a quantidade de pessoas que se importam muito com as "conquistas" dos jogos, eu acho muito legal esses sistemas unificados de conquistas, mas alguns não encaram isso como uma coisa complementar ao jogo e isso acaba prejudicando na minha opinião, mas isso também depende da postura da pessoa que tá jogando...

    Enfim, as coisas mudam sim e hoje é possível jogar coisas épicas que na época do SNES/Mega Drive não era possível existir, também é possível encontrar jogos que não fazem jus aos jogos clássicos de determinadas franquias, mas nem tudo evoluiu de forma negativa... sem falar que temos sempre a opção de retrogaming.

    É muito difícil uma série importante de jogos morrer enquanto os jogadores derem valor a ela.
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por Visionnaire em Qui 18 Dez 2014, 17:22

    Chazzy escreveu:Eu acabei lendo o texto todo, apesar de grande, estava interessante, é sempre bom refletir sobre certas coisas.

    Mas achei meio exagerado, é essencial que os desenvolvedores visem o lucro para que sobrevivam nesse competitivo mercado de jogos, o próprio Sonic citado no texto nasceu assim, a SEGA queria competir com a Nintendo na época, e fez um jogo que tinha chances de bater de frente com Mario, também é um exagero falar que o Sonic tá morrendo, o Sonic Generations foi ótimo e resgatou um pouco o lado clássico da franquia, eu não acho o Sonic Moderno um lixo total e acho que teve bons jogos sim depois do Mega Drive.

    A SEGA que enfraqueceu com o tempo de um modo geral, mas mesmo assim ainda faz jogos que valem a pena, como o Sonic Racing Transformed que é um excelente jogo e resgata personagens clássicos como o Alex Kidd também citado no texto.

    Acho que mudar é normal sim, não temos que resistir a isso, temos é que saber selecionar o que tá evoluindo bem e o que tá regredindo, o Sonic Boom foi uma tentativa de inovar com a série, mas é um exemplo de caso que era melhor deixar quieto do que fazer esse jogo só pra série "não morrer"....

    Algumas coisas presentes no cenário dos games hoje em dia eu acho muito ruim, pois lembro da época que não existiam as DLCs, por exemplo, algumas empresas abusam disso demais, mas algumas usam as DLCs de forma inteligente. Outra coisa que eu percebo também é a quantidade de pessoas que se importam muito com as "conquistas" dos jogos, eu acho muito legal esses sistemas unificados de conquistas, mas alguns não encaram isso como uma coisa complementar ao jogo e isso acaba prejudicando na minha opinião, mas isso também depende da postura da pessoa que tá jogando...

    Enfim, as coisas mudam sim e hoje é possível jogar coisas épicas que na época do SNES/Mega Drive não era possível existir, também é possível encontrar jogos que não fazem jus aos jogos clássicos de determinadas franquias, mas nem tudo evoluiu de forma negativa... sem falar que temos sempre a opção de retrogaming.

    É muito difícil uma série importante de jogos morrer enquanto os jogadores derem valor a ela.
    Obrigado Chazzy, captou a parte refletiva do meu artigo, era justamente esse o objetivo.
    Discordar faz parte e até agrega conteúdo para um próximo artigo.
    Concordo com a parte de que uma série importante de jogos só morre se não é valorizada.
    Valeu!
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por ari789 em Qui 18 Dez 2014, 17:48

    Cara cade o Crash ? D: Foi outro que morreu com o tempo...

    e sério Sonic tá bom do jeito que tá,Generations e Lost Worlds foram incrível,Boom não conta nem se quer foi desenvolvido pela Sonic Team
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por Visionnaire em Qui 18 Dez 2014, 17:51

    ari789 escreveu:Cara cade o Crash ? D: Foi outro que morreu com o tempo...

    e sério Sonic tá bom do jeito que tá,Generations e Lost Worlds foram incrível,Boom não conta nem se quer foi desenvolvido pela Sonic Team
    Ixi, a lista é grande hein? Fora o Crash que merece sim menção honrosa, temos muitos outros mascotes sacrificados.
    A esperança é o renascimento deles como feito com o Pit do Kid Icarus.
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por vits em Qui 18 Dez 2014, 21:56

    Sobre a estrutura do texto:
    Olha, respeito bastante a sua escolha de ter tomando tempo para escrever esse texto. Mas, sendo bem franco, já parei de acha-lo de qualquer valia quando foi afirmado logo no primeiro parágrafo que mudar não era natural, entendo a escolha poética dessas palavras, mas para um texto cujo a ideia era provocar reflexão, um erro lógico como esse não poderia passar batido.

    Ademais, a escolha pela a enxurrada de perguntas é uma escolha clássica de texto reflexivo. Mas não funciona bem, quando temos uma obra de tamanho tão diminuto, ao invés de provocar a reflexão almejada, o texto me fez pensar se realmente valia a pena termina-lo a cada ponto de interrogação, passando sempre a impressão de ser incompleto.

    Sobre o conteúdo do texto:

    Novamente respeito os sentimentos que possui ao escrever essa peça, mas não sou capaz de concordar com nenhum deles. Por mais que seja triste ver ícones do passado sendo esquecidos, minha preocupação em torno dessa mídia é muito mais voltada para o surgimento de novos e a capacidade de renovação que estes trazem consigo.

    Embora me surja a mente diversas memórias de um tempo anterior, toda vez que escuto o nome certos personagens. Prefiro deixa-las como tal, apenas memórias que dividem e dividirão o mesmo espaço, com as aventuras mais novas de tais personagens e com as incursões de franquias com as quais jamais havia sonhado, naquele tempo já antigo.

    Para o bem ou para o mal, damos nome de vida, ao acúmulo de experiências que temos ao longo de nossas existência. Se não houvesse mudança, esse acúmulo se tornaria um estoque de uma única memória e a palavra vida perderia totalmente o seu sentido.
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por Visionnaire em Sex 19 Dez 2014, 07:09

    vits escreveu:
    Sobre a estrutura do texto:
    Olha, respeito bastante a sua escolha de ter tomando tempo para escrever esse texto. Mas, sendo bem franco, já parei de acha-lo de qualquer valia quando foi afirmado logo no primeiro parágrafo que mudar não era natural, entendo a escolha poética dessas palavras, mas para um texto cujo a ideia era provocar reflexão, um erro lógico como esse não poderia passar batido.

    Ademais, a escolha pela a enxurrada de perguntas é uma escolha clássica de texto reflexivo. Mas não funciona bem, quando temos uma obra de tamanho tão diminuto, ao invés de provocar a reflexão almejada, o texto me fez pensar se realmente valia a pena termina-lo a cada ponto de interrogação, passando sempre a impressão de ser incompleto.

    Sobre o conteúdo do texto:

    Novamente respeito os sentimentos que possui ao escrever essa peça, mas não sou capaz de concordar com nenhum deles. Por mais que seja triste ver ícones do passado sendo esquecidos, minha preocupação em torno dessa mídia é muito mais voltada para o surgimento de novos e a capacidade de renovação que estes trazem consigo.

    Embora me surja a mente diversas memórias de um tempo anterior, toda vez que escuto o nome certos personagens. Prefiro deixa-las como tal, apenas memórias que dividem e dividirão o mesmo espaço, com as aventuras mais novas de tais personagens e com as incursões de franquias com as quais jamais havia sonhado, naquele tempo já antigo.

    Para o bem ou para o mal, damos nome de vida, ao acúmulo de experiências que temos ao longo de nossas existência. Se não houvesse mudança, esse acúmulo se tornaria um estoque de uma única memória e a palavra vida perderia totalmente o seu sentido.
    Valeu Vits! Agradeço o comentário construtivo. Quanto ao artigo em si, sua estrutura e escolha gramatical, objetiva atingir um público bem específico, que são os gamers retrô e tem cunho humorístico voltado para esse nicho que até mesmo não se adapta ao que é apresentado hoje em dia como game. É uma crônica voltada para esse tipo de reflexão.
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por Fmrbass em Sex 19 Dez 2014, 09:56

    Acho que o título de personagem com pernas mais longas ainda é da Bayonetta, não?

    Eu tenho ótimas lembranças de Sonic 1 e Sonic 2. Até hoje as músicas da Green Hill e da Starlight zone são motivos pra assobiar de vez em quando.
    Sonic 3 eu já não gostei tanto, até por ter jogado menos. Eu tinha Sonic & Knuckles e gostava, mas ainda assim preferia Sonic 2.

    Não tive muito contato com os jogos da franquia depois disso:
    Joguei um pouco do colors e até gostei;
    Tentei jogar o Unleashed mas não consegui tempo pra isso;
    O generations ficou muito bom;
    Lost world só joguei a demo e não me pareceu tudo aquilo.
    Joguei a demo de sonic boom também e não me pareceu um jogo ruim, tem uns puzzles legais, o visual ficou bacana e talz, mas talvez não fosse um jogo pro Ouriço ser o protagonista. De repente botar a galera do segundo escalão da série poderia até ser interessante, como foi feito em Chaotix.

    As vezes também o pessoal exagera um pouco na tradição. Eu nunca gostei do sonic comprido, adorava o gordinho (me identifico) e a mudança me pareceu completamente desnecessária. Mas acabei me acostumando com esse visual novo, é uma questão de hábito. Mais ou menos quando a patroa chega em casa com o cabelo pintado de vermelho. no começo você estranha e não gosta, depois acostuma (mesmo que continue não gostando).

    Mas meteram uns fru-frus no sonic que realmente o deixaram estranho. Aquele lenço no pescoço é desnecessário, não? Aliás, é tão desnecessário quanto aquele que o Link usa em Hyrule Warriors, mas não vi essa choradeira toda por causa disso.

    Tem muitos personagens de jogos antigos que poderiam ver a luz do dia novamente, mas será que trariam a mesma sensação que sentimos quando foram lançados?

    Será que um Alex Kidd moderno traria uma experiência semelhante àquela a qual estamos acostumados? Ninja Gaiden tá aí pra mostrar no que pode dar a ressureição de uma franquia da época dos 8 bits.

    Tentaram trazer Metroid pros moldes atuais (cutscenes, diálogos, etc) e a galera caiu matando (eu gostei pra caramba, diga-se de passagem). Será que vale a pena acordar uma série adormecida há tempos só pra ser jogada na jaula dos leões, onde framerates e resoluções importam mais do que o jogo em si?

    Alex kidd sofreria do "Mal de Super Mario": é joguinho desenhado, é pra criança. E pra um "New Alex Kidd" dar certo ele teria que ser mantido na mídia esse tempo todo, o que não aconteceu (ou fazer uma versão bombada com uma bazuca na mão e chamar de "GTAlex Kidd")

    Já Altered Beast, por exemplo, poderia ser uma série de sucesso atualmente. Um jogo em terceira pessoa, sangrento e com monstros gigantes explodindo em alta definição. Bem a cara do que o público atual espera e consome.

    Pra ressuscitar Sonic em grande estilo existe uma alternativa que seria um tiro certeiro: A Sega largar o jogo nas mãos da Retro Studios. Impressionante o que esses caras conseguem fazer com franquias mais antigas. Poderiam salvar o Sonic e reerguer o personagem.
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    Re: Heróis Que um Dia Foram

    Mensagem por Visionnaire em Sex 19 Dez 2014, 11:26

    Fmrbass escreveu:Acho que o título de personagem com pernas mais longas ainda é da Bayonetta, não?

    Eu tenho ótimas lembranças de Sonic 1 e Sonic 2. Até hoje as músicas da Green Hill e da Starlight zone são motivos pra assobiar de vez em quando.
    Sonic 3 eu já não gostei tanto, até por ter jogado menos. Eu tinha Sonic & Knuckles e gostava, mas ainda assim preferia Sonic 2.

    Não tive muito contato com os jogos da franquia depois disso:
    Joguei um pouco do colors e até gostei;
    Tentei jogar o Unleashed mas não consegui tempo pra isso;
    O generations ficou muito bom;
    Lost world só joguei a demo e não me pareceu tudo aquilo.
    Joguei a demo de sonic boom também e não me pareceu um jogo ruim, tem uns puzzles legais, o visual ficou bacana e talz, mas talvez não fosse um jogo pro Ouriço ser o protagonista. De repente botar a galera do segundo escalão da série poderia até ser interessante, como foi feito em Chaotix.

    As vezes também o pessoal exagera um pouco na tradição. Eu nunca gostei do sonic comprido, adorava o gordinho (me identifico) e a mudança me pareceu completamente desnecessária. Mas acabei me acostumando com esse visual novo, é uma questão de hábito. Mais ou menos quando a patroa chega em casa com o cabelo pintado de vermelho. no começo você estranha e não gosta, depois acostuma (mesmo que continue não gostando).

    Mas meteram uns fru-frus no sonic que realmente o deixaram estranho. Aquele lenço no pescoço é desnecessário, não? Aliás, é tão desnecessário quanto aquele que o Link usa em Hyrule Warriors, mas não vi essa choradeira toda por causa disso.

    Tem muitos personagens de jogos antigos que poderiam ver a luz do dia novamente, mas será que trariam a mesma sensação que sentimos quando foram lançados?

    Será que um Alex Kidd moderno traria uma experiência semelhante àquela a qual estamos acostumados? Ninja Gaiden tá aí pra mostrar no que pode dar a ressureição de uma franquia da época dos 8 bits.

    Tentaram trazer Metroid pros moldes atuais (cutscenes, diálogos, etc) e a galera caiu matando (eu gostei pra caramba, diga-se de passagem). Será que vale a pena acordar uma série adormecida há tempos só pra ser jogada na jaula dos leões, onde framerates e resoluções importam mais do que o jogo em si?

    Alex kidd sofreria do "Mal de Super Mario": é joguinho desenhado, é pra criança. E pra um "New Alex Kidd" dar certo ele teria que ser mantido na mídia esse tempo todo, o que não aconteceu (ou fazer uma versão bombada com uma bazuca na mão e chamar de "GTAlex Kidd")

    Já Altered Beast, por exemplo, poderia ser uma série de sucesso atualmente. Um jogo em terceira pessoa, sangrento e com monstros gigantes explodindo em alta definição. Bem a cara do que o público atual espera e consome.

    Pra ressuscitar Sonic em grande estilo existe uma alternativa que seria um tiro certeiro: A Sega largar o jogo nas mãos da Retro Studios. Impressionante o que esses caras conseguem fazer com franquias mais antigas. Poderiam salvar o Sonic e reerguer o personagem.
    Seria um sonho hein!? Retro Studios + Sonic 2 HD exclusivo para Wii U! Músicas originais, orquestradas e com CD extra com todas as faixas. Compraria dayone. 
    GTAlex Kidd foi épico hahaha não duvido nada!

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    Re: Heróis Que um Dia Foram

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      Data/hora atual: Qua 18 Out 2017, 00:03