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    [PS3] Maior, mais legal e com fases criadas por você mesmo: as promessas de InFamous 2

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    Warfox
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    [PS3] Maior, mais legal e com fases criadas por você mesmo: as promessas de InFamous 2

    Mensagem por Warfox em Qui 26 Maio 2011, 10:30



    “Você é casado? Namorou antes de casar? Então, é mais ou menos assim”, explica o diretor Nate Fox, entre um gole e outro do que parece ser café. Ele está falando de Cole MacGrath e sua relação com o bem e o mal em InFamous 2, o novo jogo da Sucker Punch para PlayStation 3.

    O diretor esteve presente, em voz telefônica e vídeo de webcam, no escritório da Sony Brasil para falar a jornalistas de Brasil, Chile e Argentina sobre quadrinhos, diversão, mulheres e explicar por que bater nos outros com um porrete metálico eletrocutado é, provavelmente, uma das coisas mais divertidas do mundo quando quem dá o golpe é você.

    Mas, voltando ao assunto: namorar quem e casar com quem, mesmo? Com Kuo e Nyx, as parceiras de MacGrath, que mostram a ele os lados do bem e do mal da vida com direito a poderes respectivos: fogo e gelo. E não é porque esgotaram-se as possibilidades dos poderes elétricos. InFamous 2 tem tantos quanto o game anterior, e mais. Mas aqui a dualidade desses poderes é mais um elemento que reforça a história de tomar decisões e superar os próprios limites.




    Fracasso e recomeço

    A segunda aventura do entregador que ganhou super poderes começa onde acaba a primeira. Depois do aviso de Kessler, o herói se prepara para receber a “Fera”, criatura que irá destruir todo o mundo se não for impedida. O único capaz de impedi-la é o nosso querido taser ambulante… que acaba sendo derrotado. “No começo do jogo, você falha. Eu não sei se você já falhou em algo. Se já foi dispensado por uma namorada ou demitido. Quando isso acontece, você se sente fraco. Você se sente terrível, um perdedor. E nesse momento em que você sente que está derrotado e decide tentar mais uma vez, ir mais longe e confrontar o aquilo que o venceu, você se sente ainda mais heróico”.
    Nate diz que a história de InFamous 2 foi pensada para funcionar até mesmo para quem não jogou o primeiro, e por isso ela traz flashbacks e várias explicações. Se você não leu o quadrinho oficial, que está sendo lançado nas bancas dos EUA e na PlaySation Network, também não precisa de preocupar.
    Para se superar, Cole precisa de mais poder. Com ajuda de novos aliados, ele vai para a cidade de New Marais, inspirada em New Orleans – o famoso reduto de festeiros localizado no Sul dos Estados Unidos que, por acaso, foi onde o pai de Fox cresceu. “Quando eu era pequeno o meu pai me contava essas histórias absurdas [sobre a cidade], como jacarés que lhe perseguiam e batiam no seu cachorro se você fosse perto demais do pântano”. A versão virtual da cidade, diz, é um “playground de oportunidades para escaladas” – se você desconfiar que algo é “escalável”, vá em frente.
    Essa, porém, foi apenas uma das inspirações para o jogo e a série como um todo. Segundo o diretor, todos na Sucker Punch gostam muito de ler graphic novels, e ele próprio tem um carinho especial por Watchmen e o filme Batman Begins. Mas em vez de tentar superar clássicos como esses, Fox diz que o trabalho da produtora é usar a linguagem e o formato únicos dos videogames para contar uma história dessas. “O que podemos fazer é permitir que os jogadores vivenciem isso e escolham seus próprios destinos”. O gênero dos games de super-heróis, ele diz, ainda tem muito potencial. Assim como o próprio Cole.



    Cada um com seus poderes


    INFAMOUS 2
    MADE IN BRAZIL
    Maior, mais legal e com fases criadas por você mesmo: as promessas de InFamous 2

    “Você é casado? Namorou antes de casar? Então, é mais ou menos assim”, explica o diretor Nate Fox, entre um gole e outro do que parece ser café. Ele está falando de Cole MacGrath e sua relação com o bem e o mal em InFamous 2, o novo jogo da Sucker Punch para PlayStation 3.
    O diretor esteve presente, em voz telefônica e vídeo de webcam, no escritório da Sony Brasil para falar a jornalistas de Brasil, Chile e Argentina sobre quadrinhos, diversão, mulheres e explicar por que bater nos outros com um porrete metálico eletrocutado é, provavelmente, uma das coisas mais divertidas do mundo quando quem dá o golpe é você.
    Mas, voltando ao assunto: namorar quem e casar com quem, mesmo? Com Kuo e Nyx, as parceiras de MacGrath, que mostram a ele os lados do bem e do mal da vida com direito a poderes respectivos: fogo e gelo. E não é porque esgotaram-se as possibilidades dos poderes elétricos. InFamous 2 tem tantos quanto o game anterior, e mais. Mas aqui a dualidade desses poderes é mais um elemento que reforça a história de tomar decisões e superar os próprios limites.

    Fracasso e recomeço
    A segunda aventura do entregador que ganhou super poderes começa onde acaba a primeira. Depois do aviso de Kessler, o herói se prepara para receber a “Fera”, criatura que irá destruir todo o mundo se não for impedida. O único capaz de impedi-la é o nosso querido taser ambulante… que acaba sendo derrotado. “No começo do jogo, você falha. Eu não sei se você já falhou em algo. Se já foi dispensado por uma namorada ou demitido. Quando isso acontece, você se sente fraco. Você se sente terrível, um perdedor. E nesse momento em que você sente que está derrotado e decide tentar mais uma vez, ir mais longe e confrontar o aquilo que o venceu, você se sente ainda mais heróico”.
    Nate diz que a história de InFamous 2 foi pensada para funcionar até mesmo para quem não jogou o primeiro, e por isso ela traz flashbacks e várias explicações. Se você não leu o quadrinho oficial, que está sendo lançado nas bancas dos EUA e na PlaySation Network, também não precisa de preocupar.
    Para se superar, Cole precisa de mais poder. Com ajuda de novos aliados, ele vai para a cidade de New Marais, inspirada em New Orleans – o famoso reduto de festeiros localizado no Sul dos Estados Unidos que, por acaso, foi onde o pai de Fox cresceu. “Quando eu era pequeno o meu pai me contava essas histórias absurdas [sobre a cidade], como jacarés que lhe perseguiam e batiam no seu cachorro se você fosse perto demais do pântano”. A versão virtual da cidade, diz, é um “playground de oportunidades para escaladas” – se você desconfiar que algo é “escalável”, vá em frente.
    Essa, porém, foi apenas uma das inspirações para o jogo e a série como um todo. Segundo o diretor, todos na Sucker Punch gostam muito de ler graphic novels, e ele próprio tem um carinho especial por Watchmen e o filme Batman Begins. Mas em vez de tentar superar clássicos como esses, Fox diz que o trabalho da produtora é usar a linguagem e o formato únicos dos videogames para contar uma história dessas. “O que podemos fazer é permitir que os jogadores vivenciem isso e escolham seus próprios destinos”. O gênero dos games de super-heróis, ele diz, ainda tem muito potencial. Assim como o próprio Cole.

    “Não importa se você vai escolher ser um herói ou vilão, os poderes de Cole vão mudando para refletir suas decisões. Além disso, a relação dele com as ajudantes, Nyx e Kuo, vai ficando mais profunda e você pode usar os poderes delas”. Aquela história de namoro e casamento? Isso, além da tradicional mudança de visual que já existe no primeiro jogo.

    O sistema de karma já existia no original, mas a promessa é de algo mais complexo e que tenha uma influência mais profunda em todos os aspectos. Fox diz que as missões e finais são totalmente diferentes dependendo do rumo que você tomar, e que as “quests” paralelas ajudarão nesse processo de “formação de caráter“. E uma boa notícia para os super-heróis experientes: será possível carregar o seu save do primeiro InFamous para continuar sua carreira de herói e vilão, abrindo bônus que não estarão disponíveis para quem for começar do zero.

    Mas há pancadaria, seja sua aura azul ou vermelha. Apesar de alguns poderes estarem ligados ao seu alinhamento, como no original, Cole ganhará novas habilidades coletando os vários “Blast Cores” espalhados por New Marais – o que, em tese, deixará a experiência de se transformar em um destruidor de alta voltagem menos linear. Teremos também o Amp, o tal porrete eletrificado que faz a alegria do diretor Nate Fox.

    “A primeira coisa que quisemos dar aos jogadores foi a chance de simplesmente descerem o pau nos inimigos. Muita gente que jogou o primeiro InFamous disse que queria essa experiência mais corpo-a-corpo que muitos heróis de filmes e quadrinhos têm, então criamos essa arma gigante chamada Amp. Ela é um bastão metálico, e como Nate é um herói elétrico, poderá colocar energia na arma, e então você não só bate nas pessoas, mas também as eletrocuta”. A segunda coisa, segundo o diretor, foi oferecer “poderes maiores e mais legais para inimigos maiores e mais legais”. Diferente do original, onde você começa com uma gama bem pequena de poderes, InFamous 2 já começa em um patamar acima, aproveitando a experiência que Cole teve como um super-herói na história.



    [b]Quase um LittleBigPlanet[\b]


    De acordo com Nate, aproximadamente 20% do novo game é completamente diferente do seu antecessor. E provavelmente em boa parte disso se encontra o componente online, apelidado carinhosamente de “UGC”, ou “User Generated Content”. Ele permite que o jogador crie suas próprias missões usando as mesmas ferramentas que a própria equipe de produção – tudo foi criado com a consultoria da Media Molecule, que revolucionou esse tipo de elemento com LittleBigPlanet 2.
    “Seja um barril explosivo, um carro ou um vilão usando um lança-foguetes, tudo será igual ao que nós usamos. Nós queremos que as pessoas coloquem as coisas por aí e brinquem com elas, quase como se fossem bonequinhos ou Lego”. As únicas limitações do sistema são, basicamente, a memória do videogame e o tamanho da cidade.
    As missões criadas pelos usuários serão incorporadas naturalmente no jogo, aparecendo junto com as da história (caso você esteja online) e cada jogador pode definir quais quer ver através de vários filtros. Um deles será o de “Sucker Punch Featured Content“, ou seja, fases escolhidas pela própria equipe da produtora. E eles também pretendem ficar de olho para barrar malandros que publicarem material ofensivo ou criarem fases simples só para o tradicional “grinding” – porque tudo o que é ganho nessas missões é carregado para a campanha principal.



    Nate diz que a ferramente é muito “visual” e simples, que em 20 minutos já é possível construir uma missão bacana, mas que sabe que nem todo mundo vai ter paciência para investir tempo nisso. “Eu acho que muita gente nem vai ser importar em fazer missões, porque são tão preguiçosas quanto eu e só querem curtir a história – e, cara, tudo bem.” Ele não sabe por quanto tempo o suporte ao UGC vai funcionar, mas enquanto houver jogadores interessados, a empresa estará lá.

    Em certo momento até foi considerada a inclusão de um componente multiplayer competitivo. Mas como muitos jogos já fizeram isso e nenhum tem um editor de missões como esse, a decisão apostar na inovação.
    Mas e Cole MacGrath em português? “Deve ser o mais legal que tem por aí”, disse Fox. Para ele, apostar em uma versão em português é “senso comum”, dado o tamanho e o potencial do mercado brasileiro. Assim como Killzone 3 foi localizado pela Guerrilla Games, o processo com InFamous 2 foi gerenciado pela própria Sucker Punch.

    A edição nacional do jogo, ao contrário da americana, não terá o código para o beta de Unhcarted 3. No lugar, os consumidores brasileiros poderão baixar um poder extra gratuito (que também vai estar disponível quando a PlayStation Store brasileira for lançada). InFamous 2 estará disponível por aqui a partir de 9 de junho, dois dias depois do lançamento norte-americana.

    Fonte: Kotaku-br
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    Re: [PS3] Maior, mais legal e com fases criadas por você mesmo: as promessas de InFamous 2

    Mensagem por Convidad em Qui 26 Maio 2011, 17:18

    espero que seja bom msm...

      Data/hora atual: Qui 14 Dez 2017, 04:16