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    [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

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    Crash10
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    [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Crash10 em Ter 19 Jan 2016, 12:38


    Plataformas: PlayStation 2, XBox, Mobile (versão alternativa)
    Desenvolvedora: Traveller's Tales Oxford
    Publicadora: Vivendi Universal Games
    Lançamento: 01/10/2004 (EUA), 08/10/2004 (Europa), 09/11/2004 (Japão)
    Gênero: Ação, Plataforma


     Introdução

    Acho que todos aqui já devem ter ouvido falar de Crash Bandicoot. O marsupial é um dos personagens de video games mais famosos da década de 90. O personagem se tornou um sucesso, e até hoje é lembrado, mesmo sem nenhum jogo sendo lançado desde 2010.

    Infelizmente, após os quatro games produzidos pela Naughty Dog para PlayStation, muitos jogadores abandonaram a franquia, devido a uma queda de qualidade nos games que vieram após os 4 clássicos. Então, aproveitando esse ano, aonde o Bandicoot irá comemorar 20 anos de existência, decidi analisar vários games da franquia que vieram após o PlayStation, por serem menos populares que os clássicos.

    Para iniciar, decidi escolher o jogo que provavelmente mais joguei da franquia, e, possivelmente, um dos meus preferidos. Venho lhes apresentar a análise de Crash Twinsanity.
     História




    Tudo começa 3 anos após Crash Bandicoot: The Wrath of Cortex, com Dr. Neo Cortex e Aku Aku congelados chegando a ilha N. Sanity, lar de Crash Bandicoot e seus amigos. Ao finalmente se descongelar, Cortex já cria um novo plano para se vingar do Bandicoot. Ao encontrar Coco Bandicoot inocentemente perseguindo uma borboleta, Cortex atira um raio paralisante nela. Cortex então usa seu cabelo e roupas para se disfarçar de Coco. Ele então consegue enganar Crash com o disfarce, dizendo ao mesmo que algo estranho parece estar acontecendo na baía da ilha.

    Após passar pela floresta da ilha e chegar a baía, Cortex se revela de seu disfarce. Ele então conta seu plano: Criando uma espécia de "festa de aniversário" para Crash, Cortex convidou todos os antigos inimigos do Bandicoot para uma festa aonde podem finalmente se vingar do marsupial. Após uma batalha vitoriosa contra Cortex (aonde as bombas e tiros seriam "presentes de aniversário") e sua nova criação; o Mecha-Bandicoot, Crash e seu inimigo acabam caindo em uma caverna.

    Furioso com sua derrota, Cortex decide brigar com Crash diretamente, resultando nos dois rolando pela caverna enquanto se espancam. No caminho, Cortex acaba encontrando um Power Crystal, e acaba encontrando misteriosos seres que parecem com formigas. Crash derrota todos, e continua o caminho para fora da caverna com Cortex.

    Após saírem da caverna, Crash e Cortex encontram dois papagaios chamados Victor e Moritz, ou os Evil Twins, alegando que vão destruir a ilha. Cortex duvida de início, mas eles arrancam o cérebro do doutor, fazendo o mesmo correr desesperado pela ilha.


    Após salvar Cortex, os dois lutarem contra um deus totem, irem ao laboratório de Cortex; o Iceberg Lab, e encontrarem os Evil Twins mais uma vez, Crash e Cortex percebem que só poderão derrotar os papagaios caso formem uma parceria. Assim a história continua.


     Jogabilidade



    Crash Twinsanity com certeza é bem divertido de se jogar. Vou explicar como o jogo funciona aqui:

    O jogo é bem diferente de seus antecessores. Ele tem uma sensação de mundo aberto, apesar de não ser exatamente (a maioria das fases são lineares, mas com mais exploração que antes). O jogo é dividido em quatro mundos, cada um com um Hub; uma área mais aberta aonde é possível explorar e ter acesso a boa parte das fases daquele mundo, e três fases comuns. Sendo assim, não há Load/Save Screen mais, sendo esse trocado por World Crates, caixas douradas parecidas com a de Checkpoint que podem salvar seu progresso.

    Apesar do sistema de fases ter mudado drasticamente, a jogabilidade com Crash ainda é parecida com a dos games anteriores. Crash ainda pode dar seus famosos movimentos, como o giro, barrigada, pulo duplo, entre outros.


    O jogo também possuí itens que funcionam de forma parecida a dos games anteriores. Caixas podem ter vários itens, como dar Wumpa Fruits (que com 100 lhe dão uma vida extra), Aku Aku (que serve como pontos de vida) entre outros. Gems agora não são coletadas por quebrar caixas. Elas estão espalhadas pelas fases do game, sendo necessário resolver puzzles ou encontrar em pontos de difícil acesso para coletá-las. Gems dessa vez apenas desbloqueiam Concept Arts que podem ser visualizadas no Pause Menu. Power Crystals apenas servem para a continuidade da história do jogo, e não é possível não coletá-los.

    A maior novidade do jogo é a implementação de vários estilos novos de jogo, que irei explicar em detalhes na segunda parte. Crash pode se juntar a Cortex de várias formas diferentes, com jogabilidade diferente para cada caso. Existem também outros personagens jogáveis, mas, como considero a revelação deles como Spoilers, prefiro não falar aqui. O personagem com quem vai jogar depende de que fase está.


    Infelizmente, um dos maiores pontos fracos do jogo são os bugs. Estão em grande quantidade, e as vezes tornam uma experiência desafiante em frustrante. Um bom exemplo são o caso das caixas de ferro/metal, em que estranhamente não é possível ver a sombra dos personagens. Isso faz com que momentos aonde essas caixas estão presentes e exigem precisão nos pulos muito frustrante. Esse seria o maior ponto fraco que vejo no jogo. A câmera também merece ser citada. Apesar de poder ser controlada, ela acaba as vezes fazendo mudanças bruscas e estranhas, as vezes atrapalhando. Não é tão ruim quanto os bugs, mas em fases mais abertas pode atrapalhar.

    Um ponto que queria ressaltar pessoalmente é que os chefões desse jogo são muito legais, talvez alguns dos melhores da franquia. Eles tem falas engraçadas, são divertidos de lutar, e tem uma ótima trilha sonora, que falarei mais agora.
     Trilha Sonora



    A trilha sonora do Crash Twinsanity é incrível. Tem grande qualidade. Uma informação que devo lhes citar é que a trilha sonora do jogo é feita usando apenas vozes, com poucos ou nenhum instrumento ou sons digitais. As músicas são feitas pela banda Spiralmouth, que fez sucesso dentro do campo de músicas A Capella (usando apenas vozes) com um álbum próprio com covers de músicas de cantores e bandas como The Beatles e Michael Jackson.


    A trilha sonora combina bem com a localização e momento do jogo, e sempre com um tom bem-humorado (apesar de não pecar em fazer músicas com clima mais obscuro). Caso se interessem, a trilha sonora oficial foi legalmente lançada para download gratuito na internet. Apesar de não incluir todas as músicas do jogo, ela inclui músicas não presentes no jogo.

    Ouça algumas músicas aqui:







    Crash Twinsanity abriu as portas da banda Spiralmouth para outros jogos, como Crash Tag Team Racing, a série The Legend of Spyro, e até o cancelado Crash Landed.
     Outros Aspectos



    Decidi fazer uma parte para outros elementos do jogo que achava que ficariam muito curtos em partes separadas.

    Os gráficos do jogo são agradáveis. Não são impressionantes, mas cumprem seu papel.

    O humor do jogo é algo que merece ser bem explicado. Assim como de costume na franquia, Crash Twinsanity tem grande foco no humor, mas dessa vez eles fizeram um jogo mais engraçado que antes. Boa parte das piadas são piadas que você normalmente encontraria em desenhos animados, mas ainda sim existem momentos bem engraçados.




    Cortex geralmente é o centro do humor do jogo, sempre se machucando, sendo xingado ou se dando mal de alguma forma. As vezes, o jogo zoa a si mesmo, em momentos que referenciam as baixas vendas de Crash Bandicoot: The Wrath of Cortex ou o conteúdo deletado de Twinsanity.

    A dublagem contribui para o humor do jogo. Devo dar destaque a voz de Cortex, que é dublado Lex Lang. O personagem tem uma voz bem engraçada, fazendo as cenas de humor ainda melhores.


     Considerações Finais



    Crash Twinsanity, apesar de alguns errinhos, com certeza é um belo jogo. Divertido, bem-humorado, com bela trilha sonora, tudo que fãs querem está aqui. Pena ter sido injustiçado e esquecido pelo público. Se você é um fã de longa data e nunca jogou, eu altamente recomendo ao menos para testar. Caso nunca tenha jogado Crash, pode começar por esse. Com certeza Twinsanity mostra que Crash ainda teve muito a oferecer após o PlayStation original, e ainda tem muito a oferecer no futuro.


     Notas

    Prós

    • Boa jogabilidade.
    • Gráficos bonitos.
    • Muito divertido.
    • Trilha sonora espetacular.
    • Boa dublagem.

    Contras

    • Excesso de bugs.
    • Câmera pode atrapalhar as vezes.
    • Muito curto.

    História: 8.0
    Gráficos: 7.5
    Jogabilidade: 8.5
    Som: 10

    Nota Final: 8.5/10


    Última edição por Crash10 em Qui 03 Mar 2016, 16:34, editado 1 vez(es)
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Crash10 em Ter 19 Jan 2016, 12:40

    Essa é a segunda parte da minha análise. Aqui vou explicar em detalhes as seguintes coisas:

    • Estilos de jogo (personagens jogáveis e combinações de Crash e Cortex)
    • Fases do jogo (com Screenshots nos Spoilers)
    • Chefes do jogo (com Screenshots nos Spoilers)
    • Curiosidades do jogo
    • Créditos da Análise (pessoas e sites que me ajudaram)

    Caso queiram evitar Spoilers, recomendo não verem essa parte.
     Estilos de Jogo



    Crash Bandicoot

    O estilo clássico. Nele, Crash está sozinho, com o mesmo estilo de jogo que originalmente. Ele pode pular, dar pulo duplo, girar, agachar, dar rasteira e dar barrigada. Suas habilidades clássicas.


    Dr. Neo Cortex

    Cortex é jogável por conta própria. Ele possuí apenas um pulo, mas pode atirar com sua arma, que inclusive possuí tiros carregados. Sua munição é limitada, devendo ser recarregada com caixas. Os tiros podem acertar inimigos a distância e ativar objetos. Ele também possuí um ataque aéreo com a arma, além de poder se agachar e dar uma rasteira.


    Nina Cortex

    Assim como Cortex, Nina possuí apenas um pulo, mas seu giro é mais duradouro e forte, além de poder dar um soco a longa distância. Ela também pode agarrar em ganchos nas paredes, para escalá-las.


    Crash & Cortex

    Crash agarra o Power Crystal que Cortex segura, assim levando o mesmo junto com ele. Assim, Crash perde o segundo pulo, mas pode dar um giro mais duradouro e forte, pode usar Cortex como um martelo para amassar coisas, e atirá-lo para que ele derrote inimigos distantes, chegue a lugares aonde Crash não chega para coletar itens e ativar alavancas.


    Rollerbrawl

    Nesta forma, Crash e Cortex estão brigando, e com isso, acabam rolando pela fase. Nesta foram, a única coisa que o jogador pode fazer é controlar o movimento de ambos.


    Doc Amok

    Nesta forma, Cortex está fugindo de alguma coisa, e Crash deve livrar seu caminho de obstáculos para Cortex não morrer. Cada um toma um caminho diferente, e Crash deve ser rápido para resolver os puzzles e parar as armadilhas.


    Humilskate

    Nessa forma, Crash usa Cortex como uma prancha para surfar na neve. O jogador pode pular e acelerar a descida, enquanto desvia de obstáculos.


    Mecha Bandicoot

    Mecha Bandicoot, o primeiro chefão, é brevemente jogável. Você pode atirar mísseis, bolas de plasma e usar sua serra elétrica para atacar.


    Fases do Jogo

     
    N. Sanity Island

    A primeira fase. É uma bela ilha tropical, moradia de Crash e seus amigos e família. Você pode explorá-la para encontrar uma fazenda com caixas Nitro, estátuas tiki que podem ser destruídas por canhões, encontrar uma pequena ilha próxima a praia e pode escalar parte da cachoeira com a pedra em formato de crânio.
    [color=black]Screenshots[/color]:


     
    Jungle Bungle

    Essa fase serve como tutorial. Sendo bem linear, mas com passagens fora da rota principal que levam a Gems para coletar. É bem simples e fácil de se terminar, lembrando muito fases dos jogos clássicos do personagem. No final, você irá enfrentar Cortex e Mecha Bandicoot.
    Screenshots:





    Cavern Catastrophe

    Nessa fase, Cortex e Crash rolam enquanto lutam pela caverna. Não é uma fase difícil, mas caso queira coletar as Gems, podem haver pequenos desafios. Aqui, Crash e Cortex também se juntam pela primeira vez, sendo um momento bem fácil da fase. O momento final exige velocidade e precisão para acionar os cristais e ao mesmo tempo fugir da broca, para assim pegar mais uma Gem.
    Screenshots:





    Totem Hokum

    Essa fase se divide em 5 partes. Na primeira, Cortex é perseguido por abelhas, e cabe a Crash livrar o caminho de obstáculos. Isso exige velocidade, principalmente caso queira as Gems. A segunda parte lembra um jogo de Stealth. Crash deve seguir seu caminho sem ser avistado pelos índios. Sendo assim, ele deve se esconder nas plantas e ser rápido para progredir na fase. Na terceira, Crash estará na aldeia dos índios, e deve fazer com que uma minhoca vá ao buraco próximo a estátua de Cortex, para assim salvá-lo. Na quarta parte, Crash deve fugir dos índios furiosos, em um estilo que lembra muito as fases de perseguição dos games antigos. Por fim, Crash e Cortex deverão derrotar Tikimon para avançar.
    Screenshots:





    Iceberg Lab

    Uma fase aberta e explorável, aonde o jogador pode coletar Gems, assim como em N. Sanity Island. Assim que o jogador passar da fase seguinte, é possível encontrar plataformas na Iceberg Lab que levam a dentro do laboratório.
    Screenshots:



    Ice Climb

    Nessa fase, Crash e Cortex deverão escalar a montanha de gelo para entrar no Iceberg Lab. A primeira parte consiste de Crash subir o Iceberg por dentro, com muita tecnologia dentro do Iceberg. Na segunda parte, Crash e Cortex continuam seu caminho pela parte externa do laboratório. No final da fase, haverá a luta contra Aku Aku.
    Screenshots:





    Slip Slide Icecapades

    Essa fase é a primeira que usa o Humilskate. Nela, Crash e Cortex devem descer a montanha de gelo para chegar a tempo ao navio de N. Gin, para pegar o Power Crystal que está lá. No caminho, eles são perseguidos por penguins, entram dentro de um galinheiro e de uma boate. No final, acabam destruindo a casa de Dingodile.
    Screenshots:





    High Seas Hi-jinks

    Nessa fase, Crash entra no navio de N. Gin para pegar o Power Crystal. Essa fase é levemente desafiante, principalmente caso queira todas as Gems. Após passar pelo navio, Crash luta contra N. Gin. Após derrotá-lo, Crash acaba tendo que escapar de Rusty Walrus; o cozinheiro do navio, que quer usar Crash em seu prato. Após fugir, Crash acaba parando em um pequeno pedaço de gelo, aonde luta contra N. Tropy e N. Brio. Após isso, Crash volta ao Iceberg Lab com o Crystal.
    Screenshots:





    Academy of Evil

    Devido a problemas técnicos causados por Coco, Crash e Cortex devem ir a Academy of Evil buscando por Nina Cortex, sobrinha de Cortex e estudante da Academia. Essa fase é a parte de fora da Academia, e, assim como Hubs de mundos anteriores, é uma fase explorável aonde você pode resolver puzzles para conseguir Gems.
    Screenshots:



    Boiler Room Doom

    Nesta fase, Crash e Cortex vão pela sala de ventilação da Academia para encontrarem Nina. Crash coloca Cortex dentro de um barril para jogá-lo dentro de canos, usando o mesmo para ativar botões e abrir passagens para Crash continuar o caminho. É uma fase totalmente focada em resolução de puzzles.
    Screenshots:





    Classroom Chaos

    Nesta fase, Crash e Cortex entram dentro da Academia, e devem encontrar o quarto de Nina. Na primeira parte, controlamos Crash, que deve se esconder dos monitores de corredor e fugir de uma poça de ácido que está transbordando. Na segunda parte, controlamos Cortex, que deve continuar a viagem, usando sua arma para diferentes ações na fase. É uma das fases aonde é mais fácil coletar Gems, já que praticamente todas estão no caminho principal.
    Screenshots:




    Rooftop Rampage

    Nesta fase, devemos controlar Nina Cortex pelo telhado da Academia, com pequenas partes dentro da escola. Nina deverá lutar contra gárgulas no caminho, além de escalar os edifícios da Academia. Em certo ponto, Nina deverá fugir de um ônibus escolar pendurado ao balão de Cortex, que está destruindo a ponte aonde Nina está. No final, o jogador volta a usar Cortex, que deverá enfrentar Madame Amberly.
    Screenshots:





    Twinsanity Island

    Esta ilha é versão da 10ª Dimensão de N. Sanity Island. O jogador começa dentro do laboratório de Cortex, que foi teletransportado para a dimensão. Após passar a fase seguinte, o jogador chega a ilha em si. Assim como Hubs anteriores, é uma fase de exploração, e ponto de acesso as fases deste mundo.
    Screenshots:



    Rockslide Rumble

    Nesta fase, Crash usa Cortex como prancha novamente, para salvar Nina, que foi capturada por Fake Crash. A fase é simplesmente uma versão mais difícil de Slip Slide Icecapades, contendo obstáculos mais difíceis e Gems de difícil acesso.
    Screenshots:





    Bandicoot Pursuit

    Nesta fase, Fake Crash começa a perseguir Cortex, e Crash deve retirar obstáculos do caminho do doutor. Esta fase é simplesmente uma versão maior e mais difícil da primeira parte de Totem Hokum.
    Screenshots:





    Ant Agony

    Última fase do jogo, além de ser a mais longa e difícil. Nesta fase, Crash deve passar pela fortaleza dos Evil Twins, com plataformas que desaparecem rapidamente, plataformas que desaparecem em ritmo, fogo, bolas de energia que devem ser colocadas em buracos e outros obstáculos difíceis. Ao final da fase, acontece a luta contra os Evil Twins.
    Screenshots:






     Chefes do Jogo



    Dr. Neo Cortex

    O primeiro chefão do jogo, encontrado no fim da fase Jungle Bungle. Ele atira com sua arma de plasma, no final dando um tiro carregado que pode ser devolvido por um giro de Crash. No final, ele atira bombas que destroem o chão da baía, tornando cada vez mais difícil desviar de seus ataques. Esse chefe é extremamente fácil obviamente por ser o primeiro.
    Screenshots:


    Mecha Bandicoot

    Enfrentado logo após derrotar Cortex. Mecha Bandicoot atira mísseis, além de tiros de plasma com uma arma no nariz. Ele também usa sua serra elétrica para lutar. Assim como Cortex, Mecha Bandicoot é derrotado quando seus tiros carregados de plasma são devolvidos com um giro de Crash. Também é um chefe bem fácil de ser derrotado.
    Screenshots:



    Tikimon

    Enfrentado ao fim da Totem Hokum. Tikimon usa seus punhos e lasers dos olhos para atacar. Quando ele der um grito que invoca pequenos inimigos de pedra, Crash deve atirar Cortex na garganta de Tikimon, fazendo ele engasgar. Você deve fazer isso até Tikimon morrer. Tirando os inimigos de pedra, que podem atrapalhar um pouco, é um chefe bem fácil.
    Screenshots:



    Uka Uka

    Encontrado durante a Ice Climb, Uka Uka agora tem um corpo de gelo para lutar contra Crash e Cortex. Crash deve atirar Cortex em plataformas com alavancas, que, quando ativadas, revelam um botão que, quando ativado, revela jatos de fogo que acertam Uka Uka e derretem seu corpo.
    Screenshots:



    Dr. N. Gin

    Enfrentado na fase High Seas Hi-Jinks. N. Gin atira seus mísseis em Crash, que deve escapar. Após isso, ele atira uma caixa de TNT. Fique próximo a uma das "pernas" que sustentam a plataforma de N. Gin, para ele atirar a caixa de TNT nela, e ela explodir. Exploda as 3 pernas, e N. Gin está derrotado.
    Screenshots:


    Henchmania (N. Tropy e N. Brio)

    Enfrentados no final da fase High Seas Hi-Jinks. No início, Crash deve desviar dos ataques de N. Brio transformado em monstro. Após isso, N. Tropy dividirá a plataforma de gelo aonde ocorre a batalha em pedaços. Crash deve pular por estas plataformas, pois elas afundam na água. N. Tropy tentará atacar Crash, mas, em certo momento, seu escudo desaparece, dando a Crash a chance de atacar. Assim o processo deve se repetir.
    Screenshots:



    Dingodile

    Enfrentado no fim da Boiler Rom Doom. Para vence-lo, Crash deve fugir de seus ataques de fogo, e, quando Dingodile der um tiro carregado, Crash deve fazer com que o chefe atire em um botão que revela outro botão, que Crash deve esmagar para ativar um chuveiro que faz o lança-chamas de Dingodile parar de funcionar. Assim, Crash pode atacar o chefe.
    Screenshots:



    Madame Amberly

    A diretora da Academy of Evil, enfrentada por Cortex ao fim da Rooftop Rampage. Ela atira raios elétricos no chão (que são tubos de um órgão gigante), fazendo os tubos abrirem, soltando uma fumaça tóxica. Cortex pode usar seus tiros para fechar os tubos. Após isso, Amberly atira sinos para atacar Cortex. Caso o doutor atire em todos eles, a máquina que mantém Amberly no ar vai pifar, permitindo Cortex atirar nela.
    Screenshots:



    Evil Twins

    Último chefão do jogo, enfrentado ao fim de Ant Agony. Os Evil Twins transformaram sua gaiola em um robô gigante, e cabe aos heróis destruir a máquina. A luta se divide em três partes. Na primeira, controlamos Nina, que deve escalar plataformas para destruir as fontes de força da máquina. Na segunda parte, Cortex deve desviar dos ataques das armas do robô enquanto atira nelas. Na última parte, Crash usa o Mecha Bandicoot para lutar. Crash deve desviar dos ataques do robô enquanto tenta acertá-lo. Mas o robô possuí um campo de força. Após isso, o robô é destruído.
    Screenshots:





     Curiosidades

    • Antigamente, o jogo se chamava Crash Bandicoot: Revolution. Depois, mudou para Crash Bandicoot: Fully Fluxed, Crash Bandicoot: Tandemonium e Crash Bandicoot: Unlimited. Após isso, surgiu o nome Crash Bandicoot: Twinsane, que evoluiu para Crash Twinsanity.

    • A demo do jogo possuía uma Warp Room para escolher que fase jogar. Com um hack, é possível acessar esta Warp Room.

    • Uma quantidade gigante de conteúdo foi deletada, incluindo várias fases, uma ou duas dimensões, personagens, cenas da história, personagens jogáveis, chefes, entre outros. Isso é devido ao fato de que o jogo teve um desenvolvimento apressado.

    • Uma música foi feita para a fase Ice Climb, mas ela foi deletada por ser muito fora de contexto para a fase. Então foi usada a música da fase Iceberg Lab. A música pode ser ouvida aqui. Existe também uma música não-utilizada para a fase Classroom Chaos. Ouça aqui.

    • O jogo iria ser lançado para Nintendo GameCube, mas esta versão foi cancelada por motivos desconhecidos.

    • Enquanto se chamava Crash Bandicoot: Evolution, o jogo seria bem diferente, contendo outra história, e sendo um jogo de plataforma com elementos de RPG envolvendo Crash viajando para vários planetas. O jogo foi mudado devido ao fato de que as idéias eram muito similares ao jogo Ratchet & Clank. É possível ver várias Concept Arts deste projeto na seção de concept arts de Twinsanity.

    • Nina Cortex deveria estrear em Crash Nitro Kart, mas o projeto original do jogo foi abandonado quando Vicarious Visions tomou o desenvolvimento de Nitro Kart.

    • Algumas músicas do jogo são baseadas em músicas clássicas. A música da primeira parte da fase Totem Hokum é baseada em Flight of the Bumblebee. A música da última parte da mesma fase é baseada em Blue Danube Waltz. A música da cena de perseguição de Rusty Walrus é baseada em Hebrides Overture.

    • Spyro the Dragon faz uma pequena aparição em uma cutscene da fase Ant Agony.

    • Ao completar o jogo 100%, uma pequena animação é liberada. Ela mostra Crash e Cortex indo a um psiquiatra para resolver sua rivalidade. Na versão PAL, o vídeo mostra Crash fazendo movimentos de combate.

     Créditos

    • Crash Mania: Site especializado do personagem. Ajudou em informações e imagens. O canal do YouTube do site também ajudou nas músicas.
    • Bandipédia: Enciclopédia virtual do personagem. Ajudou em informações e imagens.
    • @Math_Geek: Recortou as logos das fases para mim.
    • @Sheik: Criou o Banner.
    • @Brake: Me deu dicas e sempre pude consultar para dúvidas.

    Se eu esqueci de alguém, favor dizer. Os vídeos dos links são creditados aos seus respectivos donos.


    Última edição por Crash10 em Ter 19 Jan 2016, 12:53, editado 1 vez(es)
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Gui Fx em Ter 19 Jan 2016, 12:45

    Vou esperar sair o filme.
    Ótima analise, imagino o trabalho que deu fazer.
    Parabéns.
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Brake em Ter 19 Jan 2016, 12:52

    Ótimo tópico e análise, Crash! ^^
    Dá para fazer um tópico só com as coisas cortadas deste jogo de tanta coisa que foi cortada dele. Foi tanta coisa mesmo que dá até para fazer um jogo apenas com o que foi cortado xD
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Crash10 em Ter 19 Jan 2016, 12:56

    @Gui Fx escreveu:Vou esperar sair o filme.
    Ótima analise, imagino o trabalho que deu fazer.
    Parabéns.

    Obrigado. Você nem imagina o trabalho que deu.

    @Brake escreveu:
    Ótimo tópico e análise, Crash! ^^
    Dá para fazer um tópico só com as coisas cortadas deste jogo de tanta coisa que foi cortada dele. Foi tanta coisa mesmo que dá até para fazer um jogo apenas com o que foi cortado xD

    Precisamos de um remake desse jogo...
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por dan.ls09 em Ter 19 Jan 2016, 12:56

    Muito boa análise!!!!

    Joguei demais esse jogo, muito divertido. As partes que usam o Cortex pra escorregar (muito massa!!) e a fase da Nina são minhas partes preferidas do jogo. Um humor muito legal, personagens e chefões muito bons, trilha sonora perfeita, jogabilidade interessante, é com certeza um jogo que vale a pena. Até coletar as Gemas é divertido e desafiador, mesmo que a recompensa por isso não valha.

    Tenho uma relação especial com esse jogo porque foi meu primeiro de PS2, rejoguei várias vezes mas já deve ter uns 7 anos que não jogo. Sou um grande fã, obrigado por me fazer relembrar!!
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Crash10 em Ter 19 Jan 2016, 13:21

    @dan.ls09 escreveu:Muito boa análise!!!!

    Joguei demais esse jogo, muito divertido. As partes que usam o Cortex pra escorregar (muito massa!!) e a fase da Nina são minhas partes preferidas do jogo. Um humor muito legal, personagens e chefões muito bons, trilha sonora perfeita, jogabilidade interessante, é com certeza um jogo que vale a pena. Até coletar as Gemas é divertido e desafiador, mesmo que a recompensa por isso não valha.

    Tenho uma relação especial com esse jogo porque foi meu primeiro de PS2, rejoguei várias vezes mas já deve ter uns 7 anos que não jogo. Sou um grande fã, obrigado por me fazer relembrar!!

    Assim como você, esse jogo é parte importante da minha infância, pois foi um dos primeiros de PS2 que eu joguei. Realmente, acho que o prêmio por todas a Gems não é grande coisa, mas a caça é bem divertida.
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Sheik em Ter 19 Jan 2016, 13:54

    Bom! 
    Eu me lembro que eu gostava da parte do NeoCortex virava skate. O jogo tem toda uma pegada de cartoon antigo, tipo Pica-Pau ou Pernalonga, boas memórias. 
    Se bobear, foi o último Crash bom que eu joguei... 
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Chazzy em Ter 19 Jan 2016, 14:34

    Ótima análise! Bem completa e eu gosto desse tipo de tópico nesse estilo mesmo, a análise em si sem spoilers no primeiro post e um segundo post com mais detalhes pra quem quer se aprofundar e não liga pros spoilers ou já tenha jogado o jogo (caso o jogo da análise tenha conteúdo pra um segundo post, obviamente).

    Normalmente os primeiros jogos do Crash são mais badalados e o pessoal acaba ignorando os jogos que saíram depois do PS1, mas essa análise mostra que tem coisas que se salvam!

    O Twinsanity eu joguei no PS2, mas tem muitos anos mesmo, então eu não lembro direito dele, mas lembro que gostei muito de jogar na época.
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Felipe_Vieir4 em Ter 19 Jan 2016, 17:18

    Uau! Ficou maior do que eu conseguia imaginar! Muito bem escrita, parabéns, ficou muito boa!
    Como eu já te disse no chat, um dia eu ainda pretendo jogar algum jogo do Crash, e você me recomendou exatamente o Twinsanity, espero gostar bastante também.
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por vits em Ter 19 Jan 2016, 22:10

    Ficou realmente enorme, mas muito bem escrita e esteticamente agradável, meus parabéns @Crash10. Quanto ao jogo, como comentei no chat, joguei muito pouco dele por conta de forças maiores do que eu ( Carinha Aquela ), mas depois dessa analise, acho que vou dar outra chance a ele.

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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por KSPS em Qua 20 Jan 2016, 12:29

    Melhor tópico do ano até agora!" lol
    Bom tópico, gostei da sua análise e me deu vontade de jogar, pois amava os Crashs de PS1. Bora baixar o emulador de PS2.
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Crash10 em Qua 20 Jan 2016, 14:17

    @KSPS escreveu:Melhor tópico do ano até agora!" lol
    Bom tópico, gostei da sua análise e me deu vontade de jogar, pois amava os Crashs de PS1. Bora baixar o emulador de PS2.

    Achou mesmo? Valeu. Não que esse ano ainda teve muitos tópicos, mas...
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Chazzy em Qua 20 Jan 2016, 14:39

    @KSPS escreveu:Melhor tópico do ano até agora!" lol
    Bom tópico, gostei da sua análise e me deu vontade de jogar, pois amava os Crashs de PS1. Bora baixar o emulador de PS2.

    Conhece algum emulador de PS2 que roda bem? Passa pra galera aí!
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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

    Mensagem por Math_Geek em Ter 02 Fev 2016, 11:21

    Fixada por 1 mês como Análise do Mês, de Janeiro/2016.

    E muito boa a análise, Crash (ou deveria chamar de auto-biografia? O.o)

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    Re: [ANÁLISE] Crash Twinsanity (PS2, XBox)

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