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    [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

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    Nujaka Knight
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    [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Nujaka Knight em Qui 14 Jan 2016, 11:00



           
    Um RPG onde você não precisa matar ninguém. Esse subtítulo escolhido por Toby Fox descreve a essência do jogo em poucas palavras. Mas como? Na verdade, os monstros podem ser derrotados com um “diálogo amigável”, onde cada monstro tem uma sequência de ações que podem ser executadas pelo jogador de modo que não precise o matar. Isso não impede que você possa machucar eles, afinal o jogo tem diversos finais que resultam das escolhas do jogador.
           A proposta de divergir do padrão foi bem trabalhada por Toby, que também conseguiu colocar um ótimo humor no jogo, com personagens divertidos, piadas ruins e vários textos engraçados. Não é fácil ver tudo o que o jogo pode oferecer de humor na primeira jogatina, pois várias coisas precisam ser exploradas a fim de que se tenha uma experiência mais completa. Eu, por exemplo, ainda acho coisas que nunca vi antes, e continuo me impressionando com a criatividade e genialidade contida dentro desses quase 130 mb de arquivos.
           Undertale gerou muita polêmica, pois parece um joguinho merreca a primeira vista, e é conhecido por se basear em vários outros jogos e “novelas da internet”, como Mother/Earthbound e Homestuck, os mais famosos.(Para os que não conhecem, Homestuck é um RPG de texto com história completamente linear (sempre apenas uma opção para seguir em frente), sempre com imagens, animações ou joguinhos as acompanhando cada cena, além de ser beeeeem longo. É meio chato no começo, mas com o tempo ganha graça, tal como Undertale. Recomendo também que joguem/leiam Homestuck, disponível em http://www.mspaintadventures.com/?s=6).
           O prazer do jogo e poder jogar ele sem saber muito sobre a história, ou seja, com o mínimo de spoilers, pois Undertale irá te surpreender várias e várias vezes durante toda a aventura, então peço que evitem spoilers ao máximo. Por esse motivo, nessa análise irei falar o mínimo possível de spoilers, entretanto falarei e explicarei bastante (mas não muito) sobre o começo do jogo, que está contido na demo (link no final da análise), apenas com o intuito de deixar vocês mais curiosos sobre o mesmo, pois meu objetivo aqui não é somente conversar sobre Undertale, mas apresentar e tentar convencer você a jogar este maravilhoso jogo, deixando aquela curiosidade marota!
    Começando o jogo


    CENA DE ABERTURA:
           Em um passado talvez não tão distante, existiam sobre a superfície tanto monstros quanto humanos. Um dia, os dois entraram em guerra, a qual os humanos venceram. Com a vitória, todos os monstros foram selados no subterrâneo (underground).
    No ano de 201X, reza a lenda que todos aqueles que sobem o Monte Ebott nunca retornam. Vemos então uma criança que sobre o monte, e então tropeça nas raízes da plantas e cai em um profundo buraco.
    Vídeo:

           Essa é a cena de abertura do jogo, que vem acompanhada de algumas imagens meramente ilustrativas. Seguimos então para o título do jogo, e chegamos no menu principal. O menu é bem simples, contém apenas uma save file, igual a Pokémon, portanto, para começar outro jogo é necessário “resetar” seu save atual. Temos configuração para jogar com joystick também, e apenas essa, nada de áudio ou gráficos (#XUPAPCMASTERRACE).
           No começo já tem uma tela com os comandos: WASD/setinhas para andar, Z/ENTER confirma e interage, X/SHIFT cancela, pula texto e retorna, C/CTRL abre o inventário, F4 põe em tela cheia (pessoal da Steam, a captura de tela costuma não funcionar) (alguns detalhes do jogo só podem ser percebidos quando o jogo ser encontra no modo janela), segurando ESC você sai do jogo, e quando o seu HP chega a zero, você morre e pode retornar ao último save point (mas não se preocupe muito, não é igual Dark Souls que tem a fogueira longe dos chefes). O seu tempo de jogo é contado em minutos e segundos, não tem horas.
           O nome você escolhe! Tem limitação de 6 letras, e não permite escolher alguns nomes que já tem dono, por exemplo, nome de alguns chefes.
    Gráficos

           O jogo possui um visual retro que chega a lembrar muito os jogo de SNES, cada personagem com uma palheta de cores simples, assim como o desing, deixando a aparência de tudo mais limpa e agradável. O estilo do mapa lembra bem mais um Zelda do que um Earthbound, com exceção de que não tem uma transição entre os cenários como tinha em A Link to the Past.

           Sim, você é a criança amarela dos olhos fechados feia prata caramba com o cabelo desarrumado. Os cenários são bem simples, entretanto muito bem feitos e também característicos. O visual das batalhas (99% delas) conta com um fundo preto, algumas grades verdes e os inimigos sempre em preto e branco distribuídos pela tela.

           A animação dos monstros, principalmente de alguns chefes ("Nye heh heh"), são muito, mas muito bem feitas. O movimento dos sprites combina completamente com a música de fundo, aumentando significativamente a sua imersão no jogo. A simplicidade desse preto e branco torna a batalha algo atrativo e pouco poluído visualmente. Alguns inimigos possuem uma cor extra para que sua batalha seja ainda mais única.
    Jogabilidade

           A jogabilidade do jogo, como já vimos na tela de comandos é bem simples:
    ”Nujaka Knight” escreveu:        WASD/etinhas andam, Z/ENTER interage, X/SHIFT retorna, C/CTRL abre o inventário, F4 põe em tela cheia, ESC sai
           É bem isso mesmo. Comandos bem simples e fáceis de aprender. Os usuários de MAC costumam reclamar sobre a configuração dos controles, principalmente quando se tenta usar um joystick.
           O menu inicial é básico, como já havia dito. Não existe menu de opções, apenas um para configurar o joystick. O inventário do jogador é mais complexo, pois tem três menus dentro dele: STATUS, ITENS e TELEFONE(YAY, ligações!!).
           Durante o jogo, haverão vários quebra-cabeças para serem resolvidos. Nada de sudoku ou coisa com 2000 peças, eles são simples, para que depois de duas ou três tentativas já consiga resolver... Ou podem demorar mais um pouco (como no caso de certos MasterReds).

           Quando você encontrar um inimigo, entrará em MODO DE BATALHA. Já expliquei sobre onde os inimigos aparecem, que é na parte superior da tela. A parte inferior da possui um quadrado de bordas brancas, e quatro opções para o jogador escolher: ATACAR, AÇÃO (contém um conjunto de ações específicas para cada inimigo, o que pode alterar o comportamento do mesmo), ITENS e MISERICÓRDIA (aqui você pode "poupar" a vida de um ou mais monstros ou fugir mesmo). No meio do quadrado haverá um coração, que é a ALMA do jogador. Você movimenta ela do mesmo jeito que anda, e pode andar por todo o quadrado. Também temos a barra com o HP do jogador, junto ao LV. E esse “LV”, o que é? Ora bolas, “LOVE”! Toda vez que você ganha muito EXP, seu LOVE também aumenta. Isso deixa sua ALMA mais forte, como em todo santo RPG. É um RPG, o que você espera? Mas e quanto ao inimigo? Eles tem o próprio turno, todos juntos de uma vez só.


           Os monstros que você encontrará durante a jornada tem descrições e comentários sobre os mesmos durante a batalha, sendo que alguns desses comentários são bem humorísticos. Como já havia dito, os chefes são bem elaborados para fornecerem experiências únicas, e o sistema da batalha de quase todos eles é igual a de um inimigo normal, entretanto com alguma coisa que altera a movimentação da ALMA do jogador, fazendo que precise aprender e se acostumar com o novo estilo na hora do chefe. Caso ache algum deles difícil, não se preocupe, logo você vai decorar todos os movimentos deles (ou não!).
    Trilha sonora

           Agora vem algo que apenas aqueles que completam o jogo podem apreciar. Vários estilos musicais foram combinados nesse aplicativo de entretenimento. Música estilo retrô, mas não tão retrô, que fazem uso tanto de instrumentos musicais quanto de chiptunes. A combinação de ambos ficou de certas forma impecável.

           Cada música tem o seu momento, e com uma Trilha Sonora official de 101 faixas, cada uma delas consegue se adequar a situação em que é tocada. Algumas música são antigas, outras são remixes, e temos as originais feitas para o jogo.
    Enredo


           “Oh boy!”. Você é uma criança que caiu em um buraco no Monte Ebott, e com isso parou no Subterrâneo, lugar onde os monstros foram selados. No começo de sua aventura, onde vai explorar os até os confins desse lugar misterioso, você encontra dois personagens marcantes:
    Flowey


           Este é Flowey. Flowey a flor. Para ser mais específico é uma flor dourada. Ele é o primeiro que você encontrará pelo caminho. Irá te ensinar sobre a HUD de batalha, sobre sua ALMA, e sobre LOVE, igual eu já disse. Ele é um dos seus principais amigos, e sempre vai estar acompanhando você de longe durante a aventura.
    Toriel


           Toriel é aquela que toma contra da região do subterrâneo onde você caiu. Ela é considerada como uma mãe, a ”Goatmom”, pelo seu grande espírito materno. Ela se preocupa bastante com você, ajuda com alguns quebra-cabeças no começo, explicada mais sobre as lutas, e até te dá um telefone, sempre sendo cuidadosa e amável. Toriel sempre sabe o que é melhor para você.
           Terão diversos outros personagens ao longo da jornada, então lembre-se de conversar com todo mundo, alguns dão dicas ou te levam a eventos especiais. Explore bastante o jogo para conhecer mais o mundo ao seu redor e fazer mais amigos que podem te ajudar ou ligar para você (por isso que tem um telefone).
           Seu objetivo principal e sair do Subterrâneo e voltar para casa, e com isso você passará por uma longa jornada, conhecendo vários outro personagens, fazendo alguns amigos, e descobrindo mais sobre a história dos monstros e humanos.


     
    NOTA FINAAAAAL



           Não avalio jogos por notas numérica, mas sim por “se você deve jogar esse jogo”.
           

           E minha avaliação é: PELO AMOR DE CHESSUS ABENÇOADO, JOGA ESSE JOGO!!!
           Sério, quando foi a última vez que um RPG e fez ou quase te fez chorar no final? Chefes unicamente excêntricos e não genéricos, todos eles tem uma história por trás e personalidades marcantes (exceto um, mas esse “um” já é mais difícil). Trilha sonora bonita, história comovente, amizades inesquecíveis. Sinceramente, esse Undertale destronou qualquer outro jogo indie do trono no ano passado, mas não foi muito reconhecido por ter sido lançado muito tarde, comparado a Rocket League, Ori and the Blind Forest, entre outros.

           Recomendo fortemente que você jogue Undertale, mas caso não tenha dinheiro, ou não tá com vontade, pelo menos baixe a demonstração do jogo disponível nm o site http://undertale.com/demo.htm
           Vale lembrar que a demo tem algumas diferenças, como umas salas diferente e a falta de alguns efeitos sonoros, mas a essência de Undertale já pode ser degustada!


           Peço que comente sobre a análise feita por mim, para que eu possa melhorar as próximas (se eu for fazer uma próxima). Espero que tenham gostado e que joguem Undertale. E como disse, sem muitos spoilers!


    Última edição por Nujaka Knight em Ter 19 Jan 2016, 10:29, editado 3 vez(es)
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por ari789 em Qui 14 Jan 2016, 14:52

    Eu até tentei dar uma chance a este jogo por conta dos meus amigos mas não sei por quê... não curti nada dele, talvez por quê eu também não curta Mother, RPGs com aquele estilo de combate não me atraem nem um pouco ainda mais se tiverem puzzles no meio porem a historia dele é curiosa, me faz me interessar no jogo, se não fosse a jogabilidade dele eu até daria uma chance mas por enquanto prefiro ler a historia na internet mesmo e ver os finais diferentes pelo Youtube, não é tão divertido quanto jogar mas fazer o quê Rolling Eyes

    PS : Ótima Analise, ficou meio longa mas ficou bem completa.
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Chazzy em Qui 14 Jan 2016, 15:33

    Gostei da análise, Nujaka! Algumas dicas que talvez serão úteis pra você na próxima vez que fizer tópicos assim:

    - Separar melhor os parágrafos do seu texto é uma boa (pule linhas), vai ficar melhor pra ler!

    - Use o "justificar" em cada parágrafo do texto, a aparência (formato do texto) vai ficar muito melhor.

    - Pula uma linha também quando for colocar uma imagem.

    São só detalhes mesmo, parece besteira, mas isso vai facilitar muito a leitura do texto na próxima vez, no mais eu gostei do texto, citou os pontos mais importantes sem dá spoilers, foi bem-humorado sem ser exagerado, enfim, cumpriu o que foi proposto, karmado!
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por OldAbolis em Qui 14 Jan 2016, 16:21

    Gostei da analise.

    Ainda não tive a oportunidade de jogar o game. Mas está na minha lista definitivamente.

    Escuto o podcast do Jogabilidade, conhecem? Excelente cast de games, se não for o melhor do Brasil(Sem polemizar, é a minha opinião).
    E nos últimos dias lançaram um excelente cast de Undertale, recomendo que escutem: http://jogabilida.de/2015/12/dash-58/

    Aviso que terá spoilers, para quem não quer perder a todas experiencia.
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Cyber Archer em Qui 14 Jan 2016, 16:21

    As dicas o Chazzy já disse acima, em especial para os parágrafos após as imagens e vídeos.

    É um jogo que tenho que comprar, parece muito bom e como já disseram um excelente RPG, ele prova/reforça o que muitos já sabem, Indies podem ter tanto peso quando grandes empresas e o suporte deles tem tanta importância quanto.

    Undertale é mais um jogo como Shovel Knight, Cave Story e outros que prova que pra um jogo ser bom ele não precisa pesar 585.673 GB ou ser uma super produção, basta criatividade (e um trabalho sólido e bem feito).=D
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Wind Ice em Qui 14 Jan 2016, 18:13

    Eu fico chateado com uma única coisa com Undertale. Ele me lembra bastante EarthBound/Mother. Mas (pelo menos no Tumblr) parece que a fanbase desse jogo é bem maior, e eu ainda acho EarthBound/Mother melhores que Undertale, mas mesmo assim as pessoas comentam e recomendam mais Undertale do que Mother. Isso me deixa bem triste.
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Nujaka Knight em Qui 14 Jan 2016, 18:20

    @Wind Ice escreveu:Eu fico chateado com uma única coisa com Undertale. Ele me lembra bastante EarthBound/Mother. Mas (pelo menos no Tumblr) parece que a fanbase desse jogo é bem maior, e eu ainda acho EarthBound/Mother melhores que Undertale, mas mesmo assim as pessoas comentam e recomendam mais Undertale do que Mother. Isso me deixa bem triste.
    A fanbase é bem grande sim, mas diferente de várias outras por aí, o pessoal é bem amigo, não tem essas tretinhas de teoria e de quem é a melhor waifu. O próprio subreddit /r/undertale é um dos melhore que muitos já viram.
    Outra coisa que compensa é zerar o jogo algumas vezes (3 ou 4) e aí sim entrar em contato com a fandom.
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por vits em Qui 14 Jan 2016, 19:03

    O pessoal já deu as maioria das dicas de formatação, então falando apenas do conteúdo da análise, achei interessante, puxando mais para um artigo de opinião do que uma análise técnica, você conseguiu dar uma visão bem pessoal do jogo.

    Em fim, ainda preciso jogar esse jogo, que a comunidade gosta tanto.
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Robert Prado em Qui 14 Jan 2016, 21:34

    Paguei 15 reais na ultima sale

    Vou dar um jeito de jogar ainda esse mês, se for aquilo tudo que falam, vou curtir muito
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Wind Ice em Qui 14 Jan 2016, 23:39

    @Nujaka Knight escreveu:
    @Wind Ice escreveu:Eu fico chateado com uma única coisa com Undertale. Ele me lembra bastante EarthBound/Mother. Mas (pelo menos no Tumblr) parece que a fanbase desse jogo é bem maior, e eu ainda acho EarthBound/Mother melhores que Undertale, mas mesmo assim as pessoas comentam e recomendam mais Undertale do que Mother. Isso me deixa bem triste.
    A fanbase é bem grande sim, mas diferente de várias outras por aí, o pessoal é bem amigo, não tem essas tretinhas de teoria e de quem é a melhor waifu. O próprio subreddit /r/undertale é um dos melhore que muitos já viram.
    Outra coisa que compensa é zerar o jogo algumas vezes (3 ou 4) e aí sim entrar em contato com a fandom.

    Sim, eu sei disso. Nunca falei mal da fanbase em si (se bem que é chato você olhar sua dashboard do Tumblr e quase sempre esbarrar em algo de Undertale e principalmente você não entender nada, ou estar recebendo spoiler). Eu também tenho vontade de jogar Undertale, e ainda irei fazer isso. Mas o que eu quis dizer é que eu conheço muita gente fã de Undertale, mas que fica nisso, e não vai conhecer jogos na mesma pegada, como o próprio Mother, e só fica recomendando Undertale (muitos que já conversei de Undertale, falam como se fosse a melhor obra de arte da história humana). E vejo que muitos que jogam Undertale, o fazem por ser um jogo bem "modinha", o que me deixa bastante incomodado.

    Por favor, não me entenda mal. Eu só me incomodo com a atitude de algumas pessoas que jogam Undertale. Não com Undertale em si, nem com alguém em específico.
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    Mobile Suit Pastel
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Mobile Suit Pastel em Sex 15 Jan 2016, 00:07

    Em resumo, se você é autista que nem a gente que gosta de undertale, JOGUE, só isso msm.
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    Nujaka Knight
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Nujaka Knight em Sex 15 Jan 2016, 01:39

    Não entendi mal não Wnd Ice, sei que Undertale estaá aproveitando sua glória agora. Tem o povo que ficou fanático pelo jogo (e tem o subreddit rule 34 do Undertale...). Eu acho meio difícil alguém que nunca teve contato com jogos de SNES quer jogar Mother, mas o pessoal da nintendo que é mais chegado já joga.
    Falei da fanbase e esqueci do Mother! Desculpa aí qqr mal entendido, desviei um pouco do quer você falou.
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    Math_Geek
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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

    Mensagem por Math_Geek em Sex 15 Jan 2016, 03:20

    Movido para a área de análises. E belo tópico, Nujaka! Very Happy
    Vou dar uma lida melhor depois, porque estou com sono agora -q

    Aproveito e vejo mais sobre o jogo, talvez assim eu fique com vontade de pegar e jogar de vez logo. 13108919831903 de gente já veio me mandar jogar Undertale, mas a falta de tempo + vontade é maior

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    Re: [Análise] Undertale, o RPG onde ninguém precisa morrer

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      Data/hora atual: Sex 15 Dez 2017, 14:13