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    [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

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    Felipe Fabricio
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    [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Felipe Fabricio em Qui 17 Set 2015, 21:05


    Fire Emblem é uma série relativamente antiga da Nintendo, nascendo lá no NES, próxima de jogos como Zelda ou Metroid. A diferença básica é que... A série ficou só no Oriente. Até hoje, na verdade, se você quiser jogar os títulos do NES/SNES (e alguns outros) que não vieram pra cá, você deve apelar para maneiras alternativas (ou jogar os Remakes pra DS - são bons!)

    Porém, isso mudou com a chegada de Super Smash Bros. Melee - o jogo popularizou por aqui os personagens Roy e Marth, da saga, e com isso a Nintendo decidiu finalmente trazer os jogos para cá na era do GBA. Ao total, foram lançados 3 jogos para o console - Binding Blade, Blazing Sword e Sacred Stones (porém, Binding Blade não veio para cá). São jogos muito marcantes e bem populares na franquia, e é deles que vamos falar hoje!

    Mas antes de falar dos jogos de GBA, nós precisamos falar do que aconteceu antes disso.


    Antes do GBA, tinha o SNES (e o NES). Cinco jogos foram lançados ao total para os dois. Após Thracia 776, porém, o criador da saga, Shouzou Kaga, saiu da Intelligent Systems (time interno da Nintendo responsável por Fire Emblem, Advance Wars, Code Name S.T.E.A.M., etc) e fundou sua própria companhia.

    (um tempo depois, ele acabou lançando TearRing Saga para o Playstation - um game tão similar à Fire Emblem que alguns fãs o consideram quase como parte da saga, e chegou a receber um processo da Nintendo. Mas isso é outra história)

    Fire Emblem 6 chegou um pouco diferente, então, do que eram os jogos de SNES - mais escuros graficamente, uma história mais desenvolvida, também -, e com várias novidades. Aqui está uma imagem do desenvolvimento de FE6 ainda -



    O jogo acabou ficando bem mais diferente que isso, no fim. Então, vamos começar a viagem por eles.



    Fire Emblem - Binding Blade (ou Sword of Seals, FE6 ou Fūin no Tsurugi) é a 6ª instalação da franquia e a primeira para o Gameboy Advance, trazendo várias mudanças em relação a seu antecessor, Thracia 776.

    O protagonista do jogo agora é Roy (Our Boy), um garoto, herdeiro da nobre casa Pherae, em Lycia. Nosso garoto acaba virando o líder da Lycian Army, e deve combater Zephiel, Rei de Bern, que, cada vez mais insano, deseja limpar a humanidade de todo o continente de Elibe.


    O jogo tem vários personagens, incluindo 54 personagens jogáveis (sem contar 8 personagens, jogáveis apenas nos Trial Maps, mapas especiais sem relação com a história), muito diferentes entre si. Algumas personagens importantes são Lilina, filha de Hector e herdeira da casa mais poderosa de Lycia (e par romântico do Roy), Cecilia, professora de Roy, Marcus, um leal e poderoso cavaleiro, dentre muitos outros.

    O jogo estabeleceu, em Gameplay, basicamente as bases dos jogos da série até hoje. Nele que surgiu o sistema de Supports, uma das mecânicas mais presentes da saga (apesar de que apenas Roy pode se casar nele), junto do sistema de afinidade, além de juntar Wind, Fire e Thunder em Anima Magic (e inaugurando o Triângulo da Magia, onde Anima ganha de Light, que ganha de Dark, que ganha de Anima). Além disso, é um dos mais difíceis da saga (e se você já passou por Arcadia, você sabe do que eu estou falando)

    A história é a primeira que não possui relação com o continente de Akaneia (onde se passam os jogos do Marth), ao invés disso, somos apresentado ao continente de Elibe, composto por 5 nações formadas há mil anos, após a guerra de humanos e dragões conhecida como The Scouring.


    Perto do final do jogo, Roy ganha a espada pela qual é conhecido em Smash Bros. e que dá o nome ao jogo - a Sword of Seals, ou Binding Blade, uma espada capaz de até mesmo pegar fogo. O jogo possui outras 7 armas mágicas (necessárias para fazer o True Ending), relacionando-se com Magia, Cajados, Lanças, Machados, etc.

    Além disso, o Convoy, onde você guarda suas armas, agora é um personagem jogável, Merlinus. Ele também é o único personagem que volta no capítulo seguinte se morrer. Cada golpe que ele sobrevive lhe dá 1 de exp, e, considerando que são 100 de exp para evoluir um personagem, evoluir o mercador é um grande desafio.


     Há uma Soundtrack bem boa no jogo, composta por Yuka Tsujiyoko, contendo até músicas dos games anteriores. Pessoalmente, se você quiser der uma olhada, recomendo dar uma escutada nessa aqui, que é a música que toca quando você enfrenta o Final Boss do jogo.

    Esse é o único Fire Emblem para o GBA lançado apenas para o Japão, porém há algumas traduções feitas por fãs na internet. Elas requerem um emulador para jogar, porém. Além disso, há mais de uma tradução diferente, por isso os nomes divergem muito (Como Thany e Shanna, que são a mesma pessoa, traduzida diferente), mas Awakening oficializou boa parte dos nomes, incluindo o nome do jogo - Binding Blade.

    O jogo originalmente era chamado de Priestess of Darkness, uma referência ao dragão Idoun. Roy foi incluído em Melee antes mesmo do lançamento do jogo, para promovê-lo. Isso acabou refletindo numa popularidade grande dele aqui, na América, e levando, então, ao nosso próximo jogo!

    ah, eu amo esse jogo

    Fire Emblem (ou Blazing Sword, FE7 ou Rekka no Ken) é a 7ª instalação da franquia, segunda do Gameboy Advance. O jogo foi também o primeiro a ser localizado para o lado de cá do globo, majoritariamente por causa da popularidade de Marth e Roy em Smash.

    O jogo é o primeiro (e único, a não ser que você force a barra com Robin e Lucina) jogo da saga a ter três protagonistas - Lyn, Eliwood e Hector. Ele é uma prequel de Binding Blade, se passando 20 anos antes, sendo que Eliwood é o pai de Roy, e Hector, pai de Lilina. Esse também é o primeiro jogo a inserir um avatar seu, mesmo que não jogável - no caso, por nome padrão, Mark.


    O jogo é dividido em três histórias - a Lyn's Story, Eliwood's Story e a Hector's Story (que é idêntica à Eliwood's, mas com alguns mapas novos e mais difícil). A Lyn's Story conta a história de, bem, Lyn, que é a última sobrevivente de sua vila em Sacae, quando descobre ser herdeira de uma terra em Lycia, a casa Caelin, governada por seu avô. Porém, Lundgren, tio-avô de Lyn, envenena seu irmão e faz de tudo para matar a sobrinha para ficar com o poder.

    Já a Eliwood's Story conta a história de Eliwood, que está em busca de seu pai, que desapareceu, auxiliado por seu melhor amigo, Hector. Eles vão enfrentar a Black Fang e impedir que o maligno Nergal destrua o mundo. Todos os personagens da Lyn's Story reaparecem em algum ponto do jogo, também.

    O jogo conta com 44 personagens jogáveis, sendo alguns recrutáveis apenas em algumas rotas. Além dos 3 Lords, outros personagens importantes são Nils e Ninian, irmãos com poderes especiais que tem importância fundamental na história (além de que Ninian serve de par romântico de Eliwood), Athos, uma lenda viva, entre outros. Muitos são os futuros pais e mães dos personagens de Binding Blade, como Rebecca, mãe de Wolt, Nino, mãe de Lugh e Raigh, Pent e Louise, pais de Clarine e Klain, e muitos outros.


    O jogo trouxe novidades também no Gameplay! Merlinus está de volta, mas agora ele ganha um nível a cada capítulo que sobrevive, além de conseguir promover. Em seu estado inicial, ele é uma barraca que não pode se mover, mas após promover, ele vira a tradicional carroça de FE6. Além disso, os Supports foram melhorados, sendo mais fáceis de fazer, e mais personagens podem se casar ao atingirem Support A, ao invés de apenas o Lord. Alguns personagens podem ter finais conjuntos que não são casamentos, como Lyn e Florina, que simplesmente acabam indo para Sacae.

    Além disso, o jogo é bem conhecido por ter um imenso tutorial de 10 capítulos, que explica praticamente todas as mecânicas do jogo e não chega a ser cansativo - É a Lyn's Story inteira. No Hard Mode, as dicas desaparecem, mas normalmente a história de Lyn é basicamente um tutorial gigante. Tanto que no Japão, quem possuía uma cópia de FE6 poderia pular e ir direto para o conto de Eliwood.

    O jogo possui muitas armas lendárias, com destaque para Durandal, a espada lendária de Eliwood, Armads, o machado lendário de Hector, Forblaze, a magia lendária de Athos, (as três aparecendo em Binding Blade, também), Mani Katti e Sol Katti, as espadas lendárias de Lyn, dentre alguns outros.

    A Soundtrack é muito boa, contendo também músicas de games anteriores. Dou um destaque aqui para a música normal de batalha do jogo, ou a música de recrutamento, a famosa "Together, We Ride!", que por algum tempo foi até considerada o tema de Fire Emblem (mas não é original do jogo, vindo do primeiro, lá do NES). Após zerar o jogo uma vez, você libera uma Sound Room nos Extras, para ouvir as 100 músicas do game quando quiser.

    Rekka no Ken foi o primeiro Fire Emblem a vir para esse lado do globo, e é considerado por muitos um dos melhores da saga. Atualmente, você pode também encontrá-lo no Virtual Console do Wii U, assim como seu sucessor...



    Fire Emblem - The Sacred Stones (ou Sacred Stones, Seth Master Race, ou FE8) é a oitava instalação da franquia Fire Emblem, segunda a ser lançada nas Américas e o último jogo da saga para o GBA.

    Se FE6 tem um Lord, FE7 tem três, então FE8 tem dois - os irmãos Ephraim e Eirika, príncipes de Renais. Quando a nação amiga de Grado surpreendentemente decide fazer um ataque á todo mundo em volta, Ephraim vai para Grado, o Rei é morto e Seth, um cavaleiro da Guarda Real é mandado pelo Rei em seu leito de morte a fugir com Eirika e levá-la a um lugar seguro.

    Os dois irmãos são bem diferentes - Ephraim é mais explosivo (e se diz um gênio tático) e gosta menos de estudar (além de usar lanças, o único Lord até hoje), enquanto Eirika é mais prestativa e usa espadas.


    O jogo é dividido basicamente em 3 partes. Do Capítulo 1 ao 8, você acompanha Eirika (exceto por um capítulo extra entre o 5 e o 6, onde você comanda Ephraim), e então escolhendo um dos dois irmãos para acompanhar dos Capítulos 9 ao 15, onde eles se juntam novamente. Os capítulos de Eirika são diferentes dos de Ephraim, então vale a pena jogar duas vezes.

    Há um total de 34 personagens jogáveis (sem contar 10 apenas jogáveis na Creature Campaign, após a história) memoráveis, como Joshua, um espadachim andarilho que gosta de apostas, L'Arachel, princesa de Rausten, Tana e Innes, os príncipes de Frelia, Knoll, um mago negro a serviço de Grado, dentre muitos outros. A história se passa em Magvel, um outro continente independente, diferente de Elibe ou Akaneia.

    O Gameplay do jogo trouxe diversas coisas novas, como um mapa explorável (semelhante à Awakening), onde você pode revisitar capítulos, contando com torres para grindar. Também foi aqui introduzido a promoção dupla - Um Mage não precisa mais evoluir pra Sage; pode evoluir para Sage ou Mage Knight. Além disso, aqui existem as units Trainees, que são uma pré-evolução das normais, promovendo duas vezes. São elas Ross, que usa um machado, Amelia, que usa lanças e Ewan, (o melhor personagem) que usa magia.

    Além disso, após terminar o jogo, você pode embarcar na Creature Campaign, onde você pode explorar o mapa e grindar seu exército, recrutando personagens não-recrutáveis (até mortos) na história normal. O jogo também é o segundo, após Gaiden, a incluir inimigos monstros.

    (Dá pra ver que Awakening bebe bastante da fonte de Sacred Stones, certo?)


    O Convoy voltou a não ser uma unidade jogável, além disso. tendo sua função executada pelo Lord que você está usando no momento. Há armas mágicas aqui também, tendo várias e de vários tipos.


    O jogo é considerado um dos mais fáceis de toda a saga, pelo grind ilimitado e a Creature Campaign. Ele pode atualmente ser comprado no Virtual Console do Wii U, e foi disponibilizado para o programa Embaixadores do Nintendo 3DS (sabe-se lá porque não colocaram no Virtual Console do 3DS também, mas...)

    E com isso, concluímos os tópicos sobre os Fire Emblems de GBA! São jogos bem acessíveis para quem quer começar com a série, na verdade, com personagens bem carismáticos e uma jogabilidade excelente. Nunca mais vimos outro jogo em Elibe ou Magvel, mas a esperança de voltarmos ali algum dia é a última que morre. Pessoalmente, eu adoraria voltar para Elibe...

    Espero que tenham gostado do tópico, se alguém leu tudo isso. Se você nunca jogou os Fire Emblems de GBA e quer começar, não perca tempo! Usem esse tópico para discutir sobre os jogos, também ^^'

    Até Mais!
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    Shaya
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Shaya em Qui 17 Set 2015, 22:34

    . Não joguei nenhum desses Fire Emblem, mas li o tópico, ficou tão legal. ^_^
     Parabéns FF. I love you
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Brake em Qui 17 Set 2015, 22:37

    Ótimo tópico FF! Assim como a Shaya também nunca joguei algum desses FEs (o único jogo que cheguei a "jogar" da franquia foi o Awakening).

    No entanto, o tópico ficou bem explanativo e organizado! Parabéns ^^
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Math_Geek em Qui 17 Set 2015, 22:46

    Muito bom tópico! Nunca joguei FE³, mas deu muita vontade de jogar. Baixei a demo do awakening a um tempo e gostei, mas falta dinheiro e alguém para vender barato o jogo, então fica difícil assim ;-;
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Chazzy em Qui 17 Set 2015, 23:13

    Fire Emblem deve ser a franquia da Nintendo que menos tive contato, mas o tópico ficou muito bom! Vou ver se jogo algum jogo da série pra ver se curto o estilo.

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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Shaya em Ter 05 Jan 2016, 00:25

    . Vem trancar o tópico ExtremeZelda.
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    twelington
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por twelington em Dom 10 Jan 2016, 03:28

    Conheci a série no GBA, comecei jogando o FE7 e o FE8, são ótimos jogos em especial o FE7, não joguei os demais pela localização em japonês e por não consigo entender nada. Joguei também o Shadow Dragon de NDS, e o Awakening foi o jogo que me fez comprar o 3DS. Queria ter jogado os de Gamecube e de Wii, mas devido a raridade e os altos preços da atualidade acabam ficando um pouco difíceis de conseguir.
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por NateDamasca em Qui 11 Ago 2016, 19:32

    Joguem Fire Emblem mossos, é excelente! Eu estou jogando FE7 e é muito bom! Eu gostei muito dos personagens e estou me matando para deixar nenhum morto (Tive que repetir cenários 3 vezes por causa da Florina Hum...). Quando eu pegar um 3ds, comprarei o Fates ou o Awakening.
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    Felipe Fabricio
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Felipe Fabricio em Qui 11 Ago 2016, 20:05

    Mr.Nate escreveu:Joguem Fire Emblem mossos, é excelente! Eu estou jogando FE7 e é muito bom! Eu gostei muito dos personagens e estou me matando para deixar nenhum morto (Tive que repetir cenários 3 vezes por causa da Florina Hum...). Quando eu pegar um 3ds, comprarei o Fates ou o Awakening.

    FE7 foi meu primeiro FE, e ainda é um dos meus favoritos <3

    A Florina foi minha terceira melhor unit do jogo, só atrás da Rebecca e do Hector. Ela é a minha Pegasus favorita da série uauhaeuheuh
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Sanksuel em Qui 11 Ago 2016, 20:39

    FE7 easy mode:
    1 - Comece um jogo novo
    2 - Level Up Hector em todos os mapas
    3 - ?????
    4 - Lucro
    5 -
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    Q. Maxis
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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

    Mensagem por Q. Maxis em Qui 11 Ago 2016, 21:00

    Cara parabéns pelo o tópico bem elaborado, acho que essa trilogia são os meus jogos favoritos de GBA. O Sacred Stones foi o primeiro que joguei e depois terminá-lo me apaixonei pela série, comecei ir atrás dos outros e quase me matei para achar roms traduzidas dos jogos que ficaram só no Japão. É uma série muito boa, recomendo para todos, vocês irão se surpreender com as histórias que Nintendo pode bolar para os seus jogos. 

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    Re: [Discussão] A saga Fire Emblem no GBA

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