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    [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

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    bruno.martins.18659
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    [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por bruno.martins.18659 em Seg 21 Jul 2014, 14:37

    O que têm em comum The Last of Us, Beyond: Two Souls e Grand Theft Auto V? São todos jogos com um ano ou menos de idade com direito a tratamento de next-gen. Não foram planeados como cross-gen, sendo antes remasterizações de jogos da geração passada. A moda começou com Tomb Raider (outro do ano passado), pegou e parece não ter fim.



    O principal culpado, porque 720p faz mal aos olhos.
    Segundo a Sony, metade dos possuidores de uma PlayStation 4 não tiveram uma PlayStation 3, números dos quais duvido seriamente mas que estão a ser usados para justificar a avalanche de remasters e remakes que encobre a crua realidade do início de vida das novas consolas: a falta de conteúdo original.

    Descubram as diferenças

    Quem viu o antes e o depois de The Last of Us certamente reparou que as diferenças são negligenciáveis. É natural: The Last of Us é um dos jogos com melhor aspecto da geração passada e a indústria não avançou assim tanto visualmente(até porque só passou um ano) que se justifique uma remasterização do material original. O mesmo vai valer para Beyond: Two Souls, outro jogo com óptimo aspecto na PlayStation 3 e que, dificilmente, terá melhorias notórias na PlayStation 4.


    Se olharem com atenção reparam que a principal diferença está no preço.
    Nem mesmo em Grand Theft Auto V veremos muitas diferenças, mesmo sendo em mundo aberto. Dar o devido tratamento a veículos e personagens seria um trabalho imenso num jogo que já vendeu mais de 35 milhões de unidades e continua no top 10 dos mais vendidos semana após semana. Não vale a pena perder mais tempo num produto que, como está, já vende imenso. A Sony até pode argumentar o contrário mas são muito, muito poucos os jogadores hardcore que tenham deixado de jogar GTA V na PS3 e XBox 360 com a esperança que fosse lançado numa consola da nova geração. Tal como aconteceu com Tomb Raider, as diferenças são e vão continuar a ser negligenciáveis porque, além dos jogos serem bastante recentes, aproveitaram vários anos de desenvolvimento das suas consolas originais, podendo ser considerados o pico técnico e visual das mesmas.

    Quando é que se justifica um remake/remaster?

    Apesar de ser contra o relançamento de jogos que estão há “meia dúzia de dias” no mercado, considero muito bem-vindas as remasterizações e remakes de títulos mais antigos que passaram ao lado de gerações inteiras de jogadores que dificilmente os jogarão porque não conseguem ultrapassar a barreira gráfica.

    Grim Fandango HD, apresentado na conferência da Sony na E3, é um excelente exemplo disso, embora a barreira gráfica aqui não esteja em causa por causa do visual singular do jogo. Apesar do original ser uma das melhores aventuras gráficas de sempre e um exemplo raro de humor em videojogos, vendeu muito poucas cópias e é preciso alguma ginástica para o correr num sistema operativo acima do Windows XP, pelo que este remaster é mais do que bem-vindo.

    O mesmo vale para o recente Duck Tales remastered (o original era da NES), Super Street Fighter II Turbo HD Remix (SNES e Mega Drive) ou The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D. Todos eles são marcos importantes na história dos videojogos nos quais dificilmente os “putos” de hoje em dia pegariam porque os gráficos não são “bonitos”. Se não fosse o remake de Resident Evil para a Gamecube, o original continuaria a ser um clássico praticamente inacessível, com gráficos e jogabilidade da idade da pedra.



    O melhor remake de todos os tempos.

    Por fim, também não tenho nada contra remakes comemorativos e que, realmente, são mais do que uma nova caixa, um menu mais bonito e um punhado de texturas trabalhadas. The Legend of Zelda: Wind Waker HD para a Wii U e Halo: Combat Evolved Anniversary são comemorativos dos 10 anos dos jogos originais e tiram completo proveito do novo hardware onde foram relançados. Também Final Fantasy X/X-2 HD e Kingdom Hearts 1.5 são mais do que meros remasters de jogos com mais de 10 anos de idade, com vários elementos trabalhados de raiz e, no caso de Kingdom Hearts, vários títulos incluídos no mesmo pacote.

    Em todos estes casos, o remaster/remake não parece uma forma rápida de sacar dinheiro aos fãs. Antes pelo contrário, comemora um legado importante deixado por títulos muito especiais e que marcaram uma época. Nas outras indústrias criativas, tal farta-se de acontecer: ainda recentemente foram comemorados os 20 anos de dois dos mais importantes álbuns dos anos 90, In Utero, dos Nirvana, e Definitely Maybe, dos Oasis, com edições remasterizadas dos mesmos. É uma homenagem mais do que merecida mas se fizessem o mesmo com o AM, dos Arctic Monkeys (lançado o ano passado), soaria a aproveitamento, por muito bom que o álbum seja.

    Só compra quem quer

    “Só compra quem quer” é o argumento de quem não quer sequer discutir o assunto, muito provavelmente porque nem sequer deu o salto para a nova geração. Aqueles que já o fizeram certamente prefeririam ver o seu investimento de várias centenas de Euros justificado com mais jogos next gen criados de raiz e menos remasterizações de títulos do “longínquo” ano de 2013.

    Com o adiamento de The Order 1886 para 2015, a já magra oferta de exclusivos AAA para 2014 da PlayStation 4 ficou reduzida a Driveclub. Não é de admirar que seja a Sony quem mais anda a pescar no “best of” da geração passada de forma a remediar um primeiro ano de vida da PlayStation 4 com um ponto alto sob a forma de inFamous: Second Son, e um futuro próximo que parece ser composto apenas pelo novo jogo do estúdio de Santa Monica. Depois de The Last of Us e Beyond: Two Souls, já se fala em Uncharted e God of War (série que, por sinal, já teve mais colectâneas do que o Sporting teve campeonatos ganhos nos últimos 30 anos) mas duvido que a coisa fique por aqui.


    Onde não falta conteúdo exclusivo e original é na Wii U.

    Apesar da Microsoft estar melhor servida de exclusivos para os próximos tempos, o grande lançamento de 2014 é, também, uma jóia do passado: Halo: Master Chief Collection. Não é um “cash grab” tão escandaloso quanto os da Sony, incluindo mais de uma centena de mapas e um remake completo de Halo 2 mas, ainda assim, seria preferível que o grande lançamento do ano não vivesse tanto do passado.

    Enquanto a Microsoft e a Sony ainda parecem presas ao passado, a Wii U é a única consola que já entrou, definitivamente, na nova geração. Com o recente Mario Kart 8 a juntar-se a Mario 3D World e Hyrule Warriors, Super Smash Bros. e Bayonetta 2 a chegarem até ao final do ano, falta de conteúdo original é o que menos falta na Wii U. Além disso, 2015 promete ser um ano brilhante para a consola, com Devil's Third, Splatoon, Xenoblade Chronicles X e, quem sabe, Zelda.

    Se querem que compremos consolas da nova geração, façam como a Nintendo e dêem-nos razões para isso em vez de jogos que já terminámos. A não ser que seja um remake de Final Fantasy VII.
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por KSPS em Seg 21 Jul 2014, 14:39

    Eu li isso ae. Eles não são bobos.
    Acham melhor fazer esses remakes para não deixar os consoles passarem por secas, como o Wii U passou.
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por bruno.martins.18659 em Seg 21 Jul 2014, 14:43

    @KSPS escreveu:Eu li isso ae. Eles não são bobos.
    Acham melhor fazer esses remakes para não deixar os consoles passarem por secas, como o Wii U passou.

    O mais fudido e que nada justifica essas remasterizações pois ambos tem varios multiplataformas para este ano.

    Não justifica a pratica. 8) 
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por lpslucasps em Seg 21 Jul 2014, 14:47

    Que texto parcial pra caramba, hein? "Parem de fazer remakes, a não ser que sejam de clássicos que eu amo, aí tudo bem!"

    @bruno.martins.18659 escreveu:Não justifica a pratica. 8)
    Já ouviu falar de uma coisinha chamada "capitalismo de livre mercado"? Você não precisa de uma justificativa para vender algo. Isso é coisa de comunismo... que eu sou totalmente à favor, mas divago.


    Última edição por lpslucasps em Seg 21 Jul 2014, 14:50, editado 1 vez(es)
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por Nan Gamer em Seg 21 Jul 2014, 14:47

    Excelente artigo que mostra a grande realidade de hoje. Playstation 4 vende como água apenas pelo seu nome, pois ainda não é justificavel a compra de um, e isso eu posso dizer com autoridade já que comprei o meu a 3 meses, e tá aqui encostado juntando poeira. Já o Wii U é o meu centro de entretenimento total, com os melhores títulos, todos originais e next-gen, sem cross-gen e que aproveitam ao máximo o console, como são os exemplos de Mario Kart 8, Super Mario 3D World e DKC Tropical Freeze.É uma triste realidade, eu como dono de um PS4 ficar limitado a jogar apenas Infamous Second Son e Driveclub como verdadeiros jogos next gen. Ainda bem que tenho um Wii U pra me consolar diante dessa situação vergonhosa nos consoles chamados next-gen, onde o que mais vemos são remakes e mais remakes de jogos que sairam a um ano atrás. É uma vergonha
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por majora_lyon em Seg 21 Jul 2014, 14:54

    @lpslucasps escreveu:Que texto parcial pra caramba, hein? "Parem de fazer remakes, a não ser que sejam de clássicos que eu amo, aí tudo bem!"

    @bruno.martins.18659 escreveu:Não justifica a pratica. 8)
    Já ouviu falar de uma coisinha chamada "capitalismo de livre mercado"? Você não precisa de uma justificativa para vender algo. Isso é coisa de comunismo... que eu sou totalmente à favor, mas divago.

    Parcial? Por um acaso em algum momento ele falou que os jogos de X do ano passado não podem ter remake mas os jogos de Y do ano passado podem? Creio que não.
    O que ele disse na matéria é que jogos antigos (de duas gerações atrás ou mais) merecem remake, mas pegar jogos de um ano pra outro pra tapar furo não tem justificativa cabível, o que é uma verdade.
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por KSPS em Seg 21 Jul 2014, 14:55

    @lpslucasps escreveu:Que texto parcial pra caramba, hein? "Parem de fazer remakes, a não ser que sejam de clássicos que eu amo, aí tudo bem!"

    @bruno.martins.18659 escreveu:Não justifica a pratica. 8)
    Já ouviu falar de uma coisinha chamada "capitalismo de livre mercado"? Você não precisa de uma justificativa para vender algo. Isso é coisa de comunismo... que eu sou totalmente à favor, mas divago.

    Na verdade, o que eu considerei mais parcial possível foi isso:


    O melhor remake de todos os tempos.




    Mas o texto, imo, é excelente.
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por LOCATELLi em Seg 21 Jul 2014, 15:07

    Sinceramente, eu apoio os ''remakes''. Mas desde que seja de best sellers de alguns anos atrás e trazendo novidades.

    Nintendo é campeã disso, e vemos que no caso dela, sempre dá certo! A única exceção foi o Wind Waker HD, acho que um Majora Mask traria um impacto bem maior!

    Acho que The Last of Us e Halo 3/4 não precisariam de um remake, foram lançados a pouco tempo e é só para aplicar ''novos'' gráficos. Totalmente dispensável.
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por Robert Prado em Ter 22 Jul 2014, 10:54

    @Nan Gamer escreveu:Excelente artigo que mostra a grande realidade de hoje. Playstation 4 vende como água apenas pelo seu nome, pois ainda não é justificavel a compra de um, e isso eu posso dizer com autoridade já que comprei o meu a 3 meses, e tá aqui encostado juntando poeira. Já o Wii U é o meu centro de entretenimento total, com os melhores títulos, todos originais e next-gen, sem cross-gen e que aproveitam ao máximo o console, como são os exemplos de Mario Kart 8, Super Mario 3D World e DKC Tropical Freeze.É uma triste realidade, eu como dono de um PS4 ficar limitado a jogar apenas Infamous Second Son e Driveclub como verdadeiros jogos next gen. Ainda bem que tenho um Wii U pra me consolar diante dessa situação vergonhosa nos consoles chamados next-gen, onde o que mais vemos são remakes e mais remakes de jogos que sairam a um ano atrás. É uma vergonha
    É dar tempo ao tempo, o WiiU com 8 meses não tinha nada que realmente justificasse a compra. O PS4 e X1, apesar de terem tido essas remasterizações, da Sony, pelo que entendi só foi The Last of Us até agora, e as outras, todas de thirdies. O que tá salvando as vendas do PS4, são os jogos thirdies cross-gen, principalmente de esportes, onde a grande massa está preferindo comprar na atual geração do que continuar na old-gen. Eu entendo que os exclusivos novos são o que realmente animam, mas opção de jogo não falta pra mim:


    Acho que os estúdios fizeram/estão fazendo isso para conhecer melhor o hardware enquanto tocam projetos novos ao mesmo tempo. É o mesmo que a Nintendo fez com Zelda Wind Waker, onde enquanto trabalhava nele, ia obtendo conhecimentos para serem usados no Zelda U. A Naughty Dog está fazendo o The Last of Us para familiarizar com o Uncharted 4. A Xbox fazendo o Halo Master Chief Collection para se familiarizar com o próximo Halo.
    Por isso que, pra quem quer uma lista boa de exclusivos novos de cara, é 1 ano no mínimo pra comprar qualquer console, até lá...
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por bruno.martins.18659 em Ter 22 Jul 2014, 11:16

    O artigo afirma muito bem como a diferença de remasterizar/fazer um remake de jogos de 10 anos atras é bem diferente de fazer de um que saiu a poucos anos(ou nem completou um ano).

    Wind Waker HD ao contrario de The Last of US é um jogo de mais de 10 anos.

    Wii U levou 8 meses para se justificar mas a Next-gen esta se justificando tão rapido quanto o ele que não começou bem? Não, ao menos pra mim comprar um console novo pra jogar remasterização da gen anterior ou port porco com uma sombrinha a mais;

    Não e justificável, porem vai de cada um.

    Vamos comprar: 





    Não falo mais nada...
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por Robert Prado em Ter 22 Jul 2014, 11:43

    @bruno.martins.18659 escreveu:O artigo afirma muito bem como a diferença de remasterizar/fazer um remake de jogos de 10 anos atras é bem diferente de fazer de um que saiu a poucos anos(ou nem completou um ano).

    Wind Waker HD ao contrario de The Last of US é um jogo de mais de 10 anos.

    Wii U levou 8 meses para se justificar mas a Next-gen esta se justificando tão rapido quanto o ele que não começou bem? Não, ao menos pra mim comprar um console novo pra jogar remasterização da gen anterior ou port porco com uma sombrinha a mais;

    Não e justificável, porem vai de cada um.

    Vamos comprar: 





    Não falo mais nada...
    Com certeza, não tem nem comparação entre as idades dos jogos. Obvio, seria bem mais sensato fazer um remake HD um jogo como Medievil do PS1.

    Mas isso variou de cada necessidade. A Sony fez pesquisa onde dizia que grande parte dos donos de PS4 não tinham PS3 antes do PS4. Você vê The Last of Us, super aclamado, ótimas vendas e um público que tem interesse no jogo. Você vai lá, deixa o jogo em 1080p, 60fps cravados e lança com todo o conteúdo extra e 20% mais barato. Vai vender bastante? Sim ou sim?

    Pelo fato de ser do ano passado, vai fazer com que seja "menos jogo" que Zelda Wind Waker?

    E ao mesmo tempo, vai ajudar a ND a se familiarizar com o Hardware.

    A mesma situação com a Microsoft e Halo.

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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por Duco em Ter 22 Jul 2014, 11:52

    O público alvo dessa remasterização não é os que já jogaram no PS3 e sim aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de jogar.

    Eu sinceramente acho cedo, mas já falaram aqui, são livres pra fazer isso e tem muita gente esperando pelo lançamento do jogo, logo pra mim o fato de ter uma remasterização não é problema nenhum, não tem necessidade de se justificar nada.
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por Alejandro_ em Ter 22 Jul 2014, 12:03

    Fazer remake de uma geração passada já é um pouco de sacanagem
    eu até entederia se o jogo não fosse HD,mas...
    Nway,Eu queria um Remake de MM,seria muito legal!
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por Aerokaiser em Ter 22 Jul 2014, 12:04

    “Só compra quem quer” é o argumento de quem não quer sequer discutir o assunto, muito provavelmente porque nem sequer deu o salto para a nova geração. Aqueles que já o fizeram certamente prefeririam ver o seu investimento de várias centenas de Euros justificado com mais jogos next gen criados de raiz e menos remasterizações de títulos do “longínquo” ano de 2013.

    Eu particularmente acho que "só compra quem quer" é um argumento extremamente plausível e que se você comprou um console sem ter jogos pra jogar o problema é seu, e não dos desenvolvedores.

    Eu acredito em um comércio de livre mercado e, por mais que prefira sim ver IPs novas e conteúdo inédito, não acho que deva haver nenhum tipo de restrição em relação ao que os developers produzem. Se querem produzir remakes, que produzam remakes; se querem produzir DLCs de peido, que produzam DLCs de peido - é o "mal" que pagamos por ter um mercado aberto e sem restrições. Não quero ver criatividade sendo minada em nome de um "controle de qualidade" julgado por critérios duvidosos.
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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

    Mensagem por Hekonzord em Ter 22 Jul 2014, 12:29

    Mas gente, só The Last of Us vai ser remasterizado Laughing
    Beyond é só rumor, levar isso em consideração pra fazer um texto é banal.

    Dos que eu me lembro de cabeça, só TLoU e GTAV mesmo, é até pouco se considerar o tanto de jogos do PS2 que passaram pro PS3 em forma de collections HD.

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    Re: [Discussão/Materia da Eurogamer] Geração Reciclagem

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