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    [Análise] Bioshock: Infinite

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    Sonic Salies
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    [Análise] Bioshock: Infinite

    Mensagem por Sonic Salies em Sab 14 Jun 2014, 09:33



    Introdução

     Bioshock: Infinite é um FPS - Jogo de Tiro em Primeira Pessoa - desenvolvido pela Irrational Games, publicado pela 2K Games e distribuído pela Take-Two Interactive.
     Infinite é o terceiro game da consagrada saga Bioshock e é um dos mais elogiados pela crítica de todos os tempos, com média de 94 no Metacritic, que faz um "balanceamento" dentre diversos sites de avaliação de games.

    História

     Bem, antes de começarmos gostaria de dizer que essa parte da análise contém pequenos Spoilers e, caso você queira uma experiência completamente maravilhosa e inesquecível com essa história perfeita, recomendo que não leia essa parte e vá direto para as outras da análise, assim verá se o jogo é ou não de seu gosto, e ao mesmo tempo poderá desfrutar completamente de um dos melhores, senão o melhor FPS' de todos os tempos.


    "E O Profeta Irá Levar as Pessoas para o Novo Éden".

     Tudo começa com Zachary Hale Comstock. Comstock se considerava um homem com muitos pecados e por isso decidiu se purificar em um batismo, com Deus perdoando tudo de ruim que ele já fez.

     Após esse batismo, Comstock se torna um homem muito religioso, idealista, inteligente e estratégico. Com o tempo, ele se torna um homem poderoso e bastante influente no Governo Americano.


    Foto mostrando Rosalind Lutece.

     É então que um dia, Comstock conhece uma mulher chamada Rosalind Lutece.
    Desde pequena, Lutece era uma menina muito curiosa e que, acima de tudo, sempre quis saber se existiam outras realidades além desta, por isso se tornou uma grande física.
     Durante sua carreira como tal, Rosalind consegue suspender um átomo no ar, ou seja, com tal coisa, ela poderia suspender qualquer matéria (objeto ou qualquer coisa física) no ar por tempo indeterminado. Rosalind nomeou esse processo de "Campo Lutece", obviamente em homenagem ao próprio nome.


    Imagem mostrando Columbia.

     Comstock diz a Rosalind que teve um sonho, onde falou com um Arcanjo chamado Columbia, que pediu para que Comstock construísse uma cidade "mais leve do que o ar".
     É então que, com o Campo Lutece e um grande investimento do Governo dos Estados Unidos foi criada uma cidade flutuante, chamada de...Columbia!
     Comstock se tornou o grande e poderoso líder da cidade, se auto-nomeando Padre Comstock, aquele que guiava o único povo digno do paraíso, no caso, apenas os brancos.


    "Por Deus e pela Pátria - É nosso dever sagrado guardar sobre as hordas de forasteiros".

     Comstock criou uma Facção Religiosa denominada de "Os Fundadores", que como eu disse, era formada apenas por pessoas brancas, cristãs e de classe média-alta. Pessoas de outras raças ou religiões eram completamente desprezados e tratados como seres inferiores aos outros.
     Todos acreditavam que Comstock era uma pessoa divina, o verdadeiro Profeta que levaria o mundo a salvação.


    O Mosaico ao fundo mostra uma representação de Lady Comstock.

     Pouco tempo depois, Comstock se casou com uma de suas mais fiéis seguidoras, Lady Comstock. Após seu casamento com Comstock, ela ficou conhecida por ser uma pessoa muito bondosa, e todos a admiravam.

     Durante os experimentos com o Campo, Rosalind Lutece descobre que seria possível criar uma comunicação, uma espécie de fenda, para um mundo paralelo.
     É então que ela cria uma máquina capaz de fazer essas fendas, permitindo a comunicação com os outros mundos, e até mesmo, viagens no tempo.
    Comstock, um dos financiadores desse projeto, começa a utilizar tal máquina em excesso, para ver o futuro e provar aos moradores de Columbia que ele realmente era um profeta, pois ele seria capaz de enxergar coisas que ainda iriam acontecer.
    Comstock mostra a máquina para Jeremiah Fink, um grande homem de negócios, com uma enorme criatividade para a criação de máquinas.


     As imagens mostram alguns dos frascos de Vigores disponíveis no game - Veja mais em Jogabilidade.

     Olhando através dessas passagens, ele viu várias ideias que seriam do futuro, e simplesmente as reinventou no passado.
     Umas de suas invenções mais importantes foram os Sky-Hooks, Os Vigores, e as várias máquinas de segurança e "próteses" para os humanos. Veja mais sobre essas invenções em Jogabilidade.
     A empresa de Fink se tornou a maior e mais lucrativa loja de Columbia. Vendia de tudo - Vigores, Máquinas, Brinquedos, Produtos Domésticos, Robôs de Seguranças, Armas e muito mais. Sua empresa era tão grande que englobava um distrito inteiro, que por sua vez era dividido em três partes: Finkton, onde os próprios trabalhadores e escravos de Fink poderiam comprar seus PRÓPRIOS PRODUTOS; uma área de carga e descarga de produtos e a Favela, onde os trabalhadores moravam em condições altamente precárias.

     Em 1901, o Governo dos EUA via Columbia como um exemplo, um verdadeiro símbolo americano e fez com que Comstock a deslocasse pelo mundo mostrando a sua superioridade em relação as outras cidades.
     Mas, na chamada Revolta dos Boxers, na China, Comstock descobriu que alguns chineses haviam pegado alguns americanos como reféns e decidiu ordenar seus soldados contra a população chinesa. Isso revelou que Columbia era, na verdade, uma grande máquina de guerra.
     O Governo dos Estados Unidos nega relação com o ataque e ordena que Comstock desça Columbia. Ele vê isso como uma traição e foge com a cidade.
    Comstock declara Colubmia como se fosse a verdadeira américa e passa a odiar os Estados Unidos com todas as suas forças.

     De tanto utilizar a máquina de fendas, Comstock começa a envelhecer precocemente, pois tal máquina causava danos físicos caso utilizada em excesso.  Quanto mais ele utilizava, mais ele envelhecia, chegando ao ponto de ficar estéril.
    Isso se tornou um fato preocupante para Comstock, porque ele viu em uma fenda que a cidade só iria prosperar se ele tivesse um filho.
     Então, com a ajuda de Rosalind Lutece, ele foi até uma fenda e roubou um bebê, uma menina, e a nomeou de...


    A foto mostra Elizabeth.

    Elizabeth. Claro que todas as pessoas em Columbia notariam a repentina aparição de uma garota. Como pouquíssimas pessoas sabiam que Comstock era estéril, ele espalhou a notícia de que a garota seria um milagre de uma gestação apenas uma semana.
    Ok, uma semana.
     Lady Comstock não fazia ideia de como a garota havia aparecido, pois obviamente nunca havia ficado grávida.
    Ela suspeitava que a garota era o fruto de uma traição. Achava que a gartoa, na verdade, era filha de Rosalind Lutece com Comstock.
     Lady Comstock não queria que a menina vivesse debaixo do mesmo teto que eles, então Comstock construiu um lugar chamado Monument Island para manter a garota. Ele a trancou num lugar que ficava em uma enorme estátua com formato de anjo. Esse lugar era constantemente vigiado por um guardião - um pássaro gigante com cerca de 20m de comprimento chamado Songbird.


     A imagem mostra Songbird.

     Ele foi criado por Jeremiah Fink.
     Songbird vigiava e cuidava da garota, levando tudo o que ela necessitasse.
    Todos começaram a venerar a Elizabeth, achando que ela seria a salvação de toda Columbia, assim como Comstock havia dito.

     Comstock continuou utilizando a máquina de fendas, e descobriu que, um dia, um homem viria buscar e resgatar Elizabeth de Monument Island.
    Para prevenir isso, ele começou a espalhar notícias e cartazes por toda a cidade, alertando sobre um "Falso Pastor".

     Enquanto isso, Rosalind Lutece conta toda a verdade para Lady Comstock, dizendo que Elizabeth vinha de uma das fendas produzidas pela máquina.
    Lady Comstock achou mais correto contar a verdade para toda a população de Columbia, mas antes disso ela é misteriosamente assassinada.


    A imagem mostra Daisy Fitzroy, Líder da Vox Populi e mulher mais bonita do jogo <3

     A acusada por seu assassinato era Daisy Fitzroy, uma das servas de Lady Comstock. Após ser duramente perseguida pelos fundadores, Daisy consegue fugir.
    Junto com outros desafortunados de Columbia, Fitzroy funda o grupo Vox Populi, do latim Voz do Povo.

     Essa "organização" ia contra tudo o que os fundadores acreditavam. Queriam a igualdade entre todas as raças, fazendo com que todos os habitantes de Columbia vivessem com oportunidades iguais e possam ter uma vida melhor.
     O objetivo principal da Vox Populi era usurpar o trono de Comstock e instaurar um novo domínio.
     Pouco tempo depois, foi iniciada uma grande guerra entre os fundadores e a Vox Populi.
     E é esse o mundo em que nós estamos em Bioshock: Infinite.

    "Traga-nos a garota e quite sua dívida"


    A imagem mostra Booker DeWitt, protagonista de Bioshock: Infinite.

     Booker DeWitt nasceu em 1874, aos 16 anos já era parte do 7º Regimento da Cavalaria do Exército Americano e participou do famoso Massacre de Wounded Knee.
    Booker era extremamente habilidoso e brutal em suas batalhas, o que assustava até mesmo os seus companheiros.
     Em 1892, a esposa de Booker morre, e devido ao sofrimento pelo seus pecados e pela dor de sua amada ter falecido, ele afunda cada vez mais em dívidas e bebidas.
     Em 1912, Booker recebe uma oferta de um homem. A "recompensa" por essa oferta era acabar de vez com suas dívidas. Seu objetivo era resgatar uma garota e trazê-la até Nova York. Booker aceita  oferta e aí se inicia Bioshock: Infinite, onde Booker vai até um farol que o leva para... Columbia, onde ele deveria resgatar a garota, Elizabeth.

    Jogabilidade


     Bioshock: Infinite é um jogo de tiro, ou seja, grande parte da jogabilidade se foca apenas nas armas, e é claro, nos Vigores.
     Para os "antigos" jogadores de Bioshock, irão estranhar muito a jogabilidade.
     Bem, no jogo você pode andar, correr, pular, agachar, mirar, atirar, usar Vigores e usar as Sky-Lines.
     Em Bioshock: Infinite, ao contrário dos outros, você pode carregar apenas duas armas.
     Escolha dentre a RPG (lança-mísseis), a Sniper (melhor arma do jogo), a Pistola (recomendável apenas para o início do game), a Shotgun (outra arma muito boa), a Heater (uma espécie de 12, só que bem inferior e não a recomendo), a Carabina (um rifle de assalto clássico, atira uma bala por vez), a Arma de Rajada (atira três balas por vez, com um dano regular, também não é muito recomendável), o Canhão de Mão (uma espécie de Magnum, como se fosse uma mistura de pistola com 12, bem parecido com as antigas armas do velho-oeste), a famosa "Moedora" (atira 100 balas uma atrás da outra), a famosa Machinegun (metralhadora comum, muito boa para inimigos a distância), a Repetidora Vox (é como se fosse uma Carabina, só que atira mais rápido), a Volley (lança-granadas bom pra quem joga no Fácil) e a "Chuva de Fogo" (versão Vox da Volley-Gun).


    A imagem acima mostra cada um dos vigores.

     Como eu disse, também existem os Vigores. Vigores são substâncias semelhantes aos Plasmids que vimos em Bioshock 1 e 2. Servem para nos dar poderes que são lançados pela mão, mas, ao contrário dos outros Bioshocks, os Vigores não são injetáveis, mas sim "líquidos" que você pode beber. Além disso não são mais recarregados com EVE, mas sim com Sais.
    São eles: Possessão (serve realmente para possuir inimigos TEMPORARIAMENTE, fazendo-os trabalhar ao seu lado, serve também com humanos após um upgrade), o Beijo do Diabo (simplesmente lança uma esfera de fogo que causa dano ao seu inimigo, também pode ser transformado em uma "mina de fogo" caso segurada por um tempo e lançada do chão), os Corvos-Assasinos (que realmente lançam corvos que atacam o seu inimigo), o Cavalo-Selvagem (que lança os inimigos pelos ares temporariamente), o Shock Jockey (que faz com que você lance raios elétricos pelas mãos), o Assalto (que faz com que você dê um ataque corpo a corpo a longa distância e rapidamente), o Repuxo (que puxa inimigos que estão longe para perto de você) e o Retornar ao Remetente (que segura as balas que são atiradas em você, e aí você pode retorná-las ao seu inimigo.
     Como eu disse rapidamente antes, existem máquinas espalhadas por toda Columbia onde você pode comprar Upgrades para os Vigores, assim como para as armas. Você também pode comprar munição, Kits Médicos, Sais, etc.
     Assim como nos outros Bioshocks, você tem uma barra de energia que, conforme você vai sendo atacado, a mesma diminui. Mas em Infinite você também possui um escudo, que "aguenta" seus ataques até que ele se quebre, aí você começa a tomar dano da sua barra de energia propriamente dita. Os Sais que eu disse um pouco acima também são recarregáveis e possuem sua barra própria.


    A imagem acima mostra um Sky-Hook.

     Lembram do Sky-Hook? Então. Criados por Jeremiah Fink, Sky-Hooks são espécies de ganchos que podem ser encaixados na mão de uma pessoa.
     Os Sky-Hooks são usados nas Sky-Lines, que são "linhas aéreas" espalhadas por toda Columbia onde você pode "encaixar" seu Sky-Hook e sair perambulando por elas, como se fossem linhas de trem, ótimas e necessárias para a locomoção no jogo, além de serem muito úteis em batalha.


     A imagem mostra a visão de você agarrado em uma Sky-Line, coisa que fazemos muito no jogo.

    Além disso, os Sky-Hooks são usados em ataques corpo a corpo, ou seja, como uma espécie de "soco-inglês".
     É interessante comentar que, após você resgatar Elizabeth (considere ou não um Spoiler), ele começa a te dar suprimentos sempre que ela julgar necessário. Ele te dá Kits Médicos, Sais e Munição sempre que o jogo achar que é a hora apropriada para isso!
    Essa característica anula outra muito importante nos Bioshocks anteriores, a exploração. Caso você esteja jogando no Fácil, simplesmente ignore ficar procurando em barris e caixas suprimentos, vá direto ao objetivo.
     Mas, é claro, a exploração serve para algo.


    A imagem acima mostra um Voxofone.

     No jogo existem os Voxofones, similares aos arquivos de áudio que encontrávamos nos antigos Bioshocks, eles nos fornecem detalhes muito importantes para o entendimento da história. Procure detonados na internet e ache todos, caso você queira entender melhor os fatos retratados no jogo.
     Outros coletáveis são as infusões, que são nada mais que Upgrades para sua Vida, Escudo ou Sais, fazendo com que você possa ter em maior quantidade algum desses, sendo que você escolher qual fazer upgrade primeiro.


    A imagem acima mostra um Patriota, com o rosto de Jorge Washington.

     Os inimigos do jogo não merecem tanto destaque, sendo que a maioria deles são humanos com armas, sendo Vox Populi ou Fundadores. Os que merecem real destaque são as máquinas (sim, existem máquinas que atiram em você, similares as sentinelas dos outros Bioshocks), os Patriotas que são robôs com o rosto de Linchon, Benjamin Franklin, Jorge Washington ou o próprio Comstock que carregam uma arma moedora e atiram em você, os Firemans que são homens com grandes armaduras que atiram fogo em você e explodem após um tempo e os Handymans, que são homens gigantes que causam um dano absurdo em você. Procure atirar em seu coração, para causar dano extra.
     Sobre a dificuldade do jogo, depende.
     O Modo Fácil honra seu nome, pois é extremamente fácil, e eu consegui zerar o jogo inteiro sem nenhuma morte, e sem nenhum upgrade.
     O Modo Médio e bem interessante, e é altamente recomendável pra quem quer zerar sem muitos problemas, mas também com uma pitada de desafio.
     Já o Modo Difícil, honra seu nome, fazendo com que você tenha que explorar bastante para se dar bem. Mas, caso você seja um jogador habilidoso, cuidadoso e paciente, não vai se dar mal nesse modo.
     O Modo 1999...
    @EduFanaia escreveu:
    @Sonic Salies escreveu:Tô muito ferrado no Modo 1999?
    Todos estamos...
     Você teve dificuldade no Difícil? Então prepare-se para o Modo 1999.
     Todas as vezes que você morre no jogo, não importando a dificuldade, você perde algum dinheiro, mas, mesmo que você fique com 0 em grana, ainda pode ser revivido.
    No Modo 1999, não. Esse modo é como se você o Difícil elevado ao extremo, sem dicas para te guiar, como eu disse, com Checkpoints altamente escassos e com uma dificuldade de arrancar os cabelos.
    Caso queira tentá-lo, tenha certezado que está fazendo.
     A principal diferença entre os outros Bioshocks e esse é que, Infinite é muito mais focado em ação frenética, com muitos inimigos, ao contrário dos anteriores, que tinham uma jogabilidade muito mais calma e cadenciada. Mas, ser um jogo mais frenético não pode ser considerado um defeito, apenas uma característica.

    Gráficos


     Infinite utiliza a Unreal Engine 3, uma das engines mais bonitas já desenvolvidas, e por isso, gráfico é o que não falta nesse jogo.
     Apesar de possuir alguns rostos meio que "cartunizados", as texturas são ricas e detalhadas, mesmo nas versões console do jogo, onde existe um limite gráfico a ser visto pelo hardware do console.


     
     Outro aspecto a ser visto é a lindíssima iluminação do jogo.
    Por se passar em uma cidade flutuante, há muito sol no jogo, e esse é muito bem retratado, visto pelas fortes e bem feitas iluminações, até mesmo em ambientes fechados, como visto na imagem acima.
     
     Até mesmo na versão console os gráficos são extremamente bonitos, obviamente que eles possuem um "limite a ser seguido", mas não deixam muito a desejar em relação a versão para computadores.



     Não há tanto assim o que se comentar dos gráficos, apenas que eles são muito bonitos e com certeza um dos melhores em um FPS, principalmente se vistos em um PC rodando no Ultra.



    Trilha Sonora


    Linda, não?

     Também não há muito o que se falar sobre a trilha sonora do jogo. Apenas que ela é muito bem feita, orquestrada, composta e toca nos momentos certos.
     Por exemplo, em um momento de revelação de um grande segredo importante para o entendimento da história, toca-se uma música mais lenta e tranquila, quase imperceptível, já em batalha, toca-se uma música com o ritmo mais acelerado. Pena que só há três músicas de batalha, e elas se repetem toda vez em que há uma.
     Mesmo assim, esse é um aspecto do jogo que não deixa nada a desejar.

    Conclusão


     Bioshock:Infinite é, na minha opinião, o melhor da trilogia Bioshock, com uma história surpreendente, cheia de reviravoltas, com uma jogabilidade esplêndida, com uma trilha sonora ótima e com gráficos lindíssimos.
     O que mais pode se esperar de um jogo de tiro assim? Apenas uma das melhores experiências que se pode ter com um.
     Esse jogo foi o primeiro que me vez ficar com dúvida entre qual é melhor: Infinite ou Half-Life 2. E isso não é qualquer coisa.

    História - 10/10
    Jogabilidade - 10/10
    Gráficos - 10/10
    Trilha Sonora - 10/10
    Nota Final - 10/10 - Vai explodir sua mente!

     Pra quem acha que eu só dou 10 para todos os jogos que eu analisei até agora, relaxa, o próximo é Skyrim, e infelizmente não foi dessa vez que um TES ficou com 10.

     Essa análise foi MUITO trabalhosa e conto com o apoio de vocês dando suas opiniões abaixo! Críticas e sugestões respeitáveis são muito bem aceitas por mim!
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    silverreis
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    Re: [Análise] Bioshock: Infinite

    Mensagem por silverreis em Sab 14 Jun 2014, 10:31

    Eu daria 9.5/10.

    Não acho que tem um fator replay. E eu conto isso bastante. Boa analise, aliás.
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    Sonic Salies
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    Re: [Análise] Bioshock: Infinite

    Mensagem por Sonic Salies em Sab 14 Jun 2014, 10:53

    @silverreis escreveu:Eu daria 9.5/10.

    Não acho que tem um fator replay. E eu conto isso bastante. Boa analise, aliás.
    Ah, eu acho que tem sim. Já zerei 6 vezes.
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    lukazz
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    Re: [Análise] Bioshock: Infinite

    Mensagem por lukazz em Sab 14 Jun 2014, 12:17

    Eu adorei esse jogo! boa analise man, gostei. Pra mim é 10 também, e sem zoeira, foi o meu GOTY pra 2013... nem TLOU me surpreendeu mais que Bio ^^
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    Sonic Salies
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    Re: [Análise] Bioshock: Infinite

    Mensagem por Sonic Salies em Sab 14 Jun 2014, 13:49

    @lukazz escreveu:Eu adorei esse jogo! boa analise man, gostei. Pra mim é 10 também, e sem zoeira, foi o meu GOTY pra 2013... nem TLOU me surpreendeu mais que Bio ^^
    Concordo agora e sempre.

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    Re: [Análise] Bioshock: Infinite

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      Data/hora atual: Qui 17 Ago 2017, 05:05