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    Crítica Donkey-Kong: Tropical Freeze (Wii U)

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    swell
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    Crítica Donkey-Kong: Tropical Freeze (Wii U)

    Mensagem por swell em Qua 14 Maio 2014, 02:04

    Por mais que a renovação do side-scrolling não seja mais novidade como foi na época em que voltou com tudo no wii, podemos dizer que talvez ela tenha atingido ao máximo seu potencial em disign e gameplay com o lançamento de Donkey-Kong: Tropical Freeze para Nintendo Wii U. O título, que foi a primeira franquia da Big N, reviveu pelas mãos da Retro Studio depois de um longo hiato entre as versões de Super-Nes e o aclamado titulo lançado para Nintendo Wii. 

    O esquema de jogo ainda é o mesmo, transite por mundos diferentes passando pelas fases, colecionando itens e enfrentando um chefe final, todos únicos e criativos (Só faltaram mesmo os kremlings). Os cenários foram muito beneficiados pela potência e resolução do novo console, apresentando fluidez e detalhamentos em todos os cantos das vastas e lindas paisagens. A trilha sonora é outro ponto que melhorou muito desde o último game. Entre remixes das faixas antigas e novas e inspiradas canções, o criador David Wise (compositor da série Kountry original) trouxe frescor e nostalgia tudo ao mesmo tempo (você vai se pegar parando nos cenários só para apreciá-la). A dificuldade do jogo é outro ponto a favor. Vocês se lembram dos games antigos onde os game-overs eram constantes na tela? Esse é o padrão aqui. Espere por muito palavrão e sofrimento já que pra terminar o game em 200% a partida perfeita e a precisão cirúrgica lhe serão necessárias. 

    Um modo multiplayer para dois jogadores, quatro Kongs, fases mais coesas, épicas e melhores (espere por carrinhos de mina e a volta dos níveis aquáticos) que as do jogo de Wii completam o pacote. A única ressalva é pela inutilidade do gamepad, além da tela ficar desligada você não tem a liberdade e facilidade de transitar entre ele e a Televisão e existem algumas burocracias desnecessárias para adicionar players e trocar entre os direcionais. Mesmo esses pequenos deslizes não são suficientes para ofuscar o brilho do título que se equipara as melhores aventuras clássicas dos macacos da Nintendo, e em alguns pontos até superando-as.


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