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    Para Ministra, jogos não são Cultura

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    Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por ExtremeZelda em Dom 24 Fev 2013, 03:04


    Debate entre Marta e Mario


    Colocarei a notícia em spoiler, pois a mesma é um pouco grande...
    Spoiler:
    Por Kao ‘Cyber’ Tokio

    Estive na terça-feira, dia 19 de fevereiro, na Assembléia Legislativa de São Paulo para acompanhar a audiência pública com a Ministra da Cultura Marta Suplicy sobre a adoção do Vale Cultura, instrumento idealizado para fomentar o acesso aos meios culturais disponibilizados no país, e apresentado pela ministra como "alimento para a alma".

    Assim como outras realizações do gênero, o projeto tem grande potencial para alcançar sua proposta fim, qual seja, permitir que pessoas com até dois salários mínimos possam empenhar seus valores com aquilo que, em sua acepção, melhor se configurar como "cultura". O projeto ainda está em fase de formatação e, nesse sentido, o movimento da ministra em abrir sua agenda para ouvir as opiniões de representantes de classe e demais interessados é louvável, pois permite considerar possibilidades até então não imaginadas pela equipe do ministério, como, por exemplo, a possibilidade ou não de disponibilizar essa verba para o financiamento de fantasias de carnaval, como sugeriu um participante da audiência.

    Interessado no tema, compareci ao evento como representante da pesquisa em cultura de games, certo da ideia de que a cultura digital, por meio de sua vertente mais visível e cativante, isto é, as mídias de entretenimento eletrônico, estaria contemplada como produto cultural a ser incluído no projeto. Curiosamente, não foi o que ouvi. Consultada pelo pesquisador e designer de games Francisco Tupy sobre suas impressões a respeito do tema e os consequentes desdobramentos desta inclusão para o fometo da insurgente economia criativa de produtores nacionais de jogos, o ministra mostrou-se incialmente reticente, para, em seguida, expor com clareza suas opiniões, conforme segue a transcrição de gravação do evento:

    Francisco Tupy - "O que o ecosistema que trabalha com jogos digitais, pesquisadores, desenvolvedores, professores etc pode esperar do Vale Cultura?"

    Marta Suplicy - "No caso dos jogos digitais, o assunto ainda não foi aprofundado o suficiente, mas eu acho que eu seria contra. Eu não acho que jogos digitais sejam cultura [?] Mas a portaria é flexível. Na hora em que vocês conseguirem apresentar alguma coisa que seja considerada arte ou cultura, eu acho que pode ser revisto. No momento o que eu vejo é outro tipo de jogo. Encaminhem para o ministério as sugestões que vocês estão fazendo. Eu tenho certeza que talvez vocês consigam fazer alguma coisa cultural. Mas, por enquanto, o que nós temos acesso, não credencia o jogo como cultura. O que tem hoje na praça, que a gente conhece (eu posso também não conhecer tanto!) não é cultura; é entretenimento, pode desenvolver raciocínio, pode deixar a criança quieta, pode trazer lazer para o adulto, mas cultura não é! Boa vontade não existe, então, vocês vão ter que apresentar alguma coisa muito boa".

    A fala da ministra é curiosa, visto que, ao iniciar o evento, Marta comentou que, recentemente questionada se, com o Vale, seria possível "comprar tudo, qualquer livro ou revista", sua pronta resposta afirmava: "Pode. É a demanda que vai fazer algumas coisas frutificarem e outras não. As pessoas vão poder escolher, e isso é que vai ser interessante". Mais à frente, em sua apresentação, a mesma ministra, ao refletir sobre a necessidade de uma atualização das leis para o Direito Autoral, mostrou-se mais atenta às possíveis transformações midiáticas e tecnológicas para este meio do que quando pondera sobre a cultura do entretenimento digital. Na fala, Marta afirmou que "Nós vivemos um momento de transição, em que vamos passar de algo de um século passado, que virou tão passado, como o século XX, para um século em que não temos ideia da rapidez com que tudo vai acontecer". Nesse sentido, ao decretar os jogos eletrônicos como mero entretenimento, a ministra mostra não apenas desconhecimento sobre o assunto, mas passa a impressão de considerar que determinados temas merecem mais atenção quanto ao seu potencial cultural e mercadológico futuro do que outros. Autores de obras literárias, devem ser protegidos e recompensados por seu trabalho cultural. Produtores de mídias interativas??

    Nota-se, portanto, que o Ministério da Cultura precisa, com efetiva urgência de subsídios que o façam ver com outros e melhores olhos a rica produção cultural dos jogos digitais e sua efetiva contribuição para o aprimoramento de seus praticantes, como indivíduos e seres sociais. Este texto, vem com a pretensão de abrir este diálogo com o ministério, de modo que outros pensadores nacionais possam também se manifestar, promovendo uma saudável rodada de reflexões, que deixem claro como, entre outras tantas vertentes culturais, o game tem destacada presença.

    Para o Prof. Dr. Roger Tavares, criador e mantenedor da Comunidade GameCultura, todas as mídias passam por um período de estranhamento e adaptação, até a sua aceitação como cultura. Em seu texto "Game Cultura", de 2005, o pesquisador fala sobre o advento do livro em seus primórdios: "O próprio livro, que hoje é o representante maior da alta cultura, da verdade, e tradições como ciência e religião, teve a sua fase de Nova Mídia, e sofreu diversos ataques, tais quais os videogames sofrem hoje. Apenas para citar alguns: superficialidade, entretenimento, promiscuidade, violência e saúde". Mais à frente, no mesmo texto, Tavares cita as apreenssões sociais em relação à potencial violência presente no singelo ato da leitura: "Roger Chartier (1999, 100), um dos mais consagrados historiadores do livro hoje, toma mão de descrições da leitura como 'um perigo para a ordem pública, um narcótico (expressão usada por Fichte), ou como um desregramento da imaginação e dos sentidos'".

    Em seu livro "Game Over", a Profa. Dra. Lynn Alves dedica um capítulo exclusivamente ao esclarecimento da produção midiática dos games como elemento de caráter inequivocamente cultural. Em sua avaliação, a partir dos conceitos de Clifford Geertz, para quem a cultura pode ser entendida como "sistemas entrelaçados de signos interpretáveis": "Compreender a cultura como um sistema semiótico implica atentar para um elemento que emerge na sociedade a partir da década de 1950 e que intensifica a imersão em um novo ambiente semiótico, constituído basicamente de signos, ícones e sinais: a informática". Na sequência, a autora completa sua definição, com ênfase na cultura do entretenimento digital: "Ao desvendar o enigma dos suportes informáticos e suas implicações culturais, defrontamo-nos com uma nova cultura, a cultura da simulação, que está presente nos modelos computacionais e, de forma mais intensa, nos jogos eletrônicos" (p. 28).

    Para Marshall McLuhan, que anteviu a migração da humanidade rumo à convivência com as novas mídias no livro "Os Meios de Comunicação como extensões do homem", a ideia aristotélica sobre a tragédia como representação e catarse das pressões angustiosas se aplica perfeitamente a toda espécia de jogos, danças e diversões. O autor afirma que "os jogos são extensões do homem social e do corpo político, como as tecnologias são extensões do corpo animal. Tanto os jogos como as tecnologias são contra-irritantes, ou meios de ajustamento às pressões e tensões das ações especializadas de qualquer grupo social. Como extensões da resposta popular às tensões do trabalho, os jogos são modelos fiéis de uma cultura" (p. 264).

    Saindo momentaneamente das linguagens artísticas, tão somente no desejo de mostrar como nossa relação de com as novas tecnologias frequentemente nos causa apreensão ou evidencia nossa limitada perspectiva de suas potencialidades, Sergio Bairon, Livre Docente pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, decreve em seu livro "Multimídia" as primeiras experiências da população com a energia elétrica: "Quando a luz elétrica começou a surgir no final do século XIX penetrando no cotidiano, aos poucos, de todos, as pessoas achavam que dali emanava um conjunto de raios que poderia cegá-las. Após algum tempo se acostumaram e não podiam mais viver sem luz elétrica" (p. 66).

    Esta aversão à insurgência de novas tecnologias permanece ainda hoje. O sociólogo Domenico de Masi já identificava em sua obra "O Ócio Criativo" o vanguardista grupo por ele denomiado como "digitais" e os "não-digitais", temerosos em relação ao incerto futuro: "Da mesma forma como são otimistas os que aderem ao paradigma 'digital', são pessimistas os que ficam de fora: amedrontados pela avalanche de novidades que não param de surgir, em vez de aproveitar as vantagens que tais coisas proporcionam, só vêem motivos para pânico" (p. 267). Da mesma forma, pode-se inferir que os "não-gamers" só vislumbram aspectos negativos nas narrativas digitais. Talvez seja hora de rever posturas, conceitos e preconceitos.

    Este texto se encerra como um primeiro movimento, em busca de um canal de diálogo com os representantes do governo e seus interlocutores do Ministério da Cultura, para que possam ser ouvidos outros pensadores contemporâneos que atestem com mais clareza e ênfase os aspectos iminentemente culturais dos games e suas contribuições sociais no âmbito individual, familiar, profissional, sociocultural e na transformação de jovens em cidadãos melhores e mais integrados, responsáveis por um novo mundo, admirável e superior. Teóricos como Johan Huizinga, Aristóteles, Steven Johnson, Nicholas Nigroponte, Jesper Juul, Lucia Santaella e tantos outros certamente em muito contribuirão para a renovação de velhos axiomas e a aceitação da cultura proveniente dos jogos eletrônicos.
    Fonte.

    --------------------

    Cara, jogos sempre foram e continuarão sendo cultura, não tem codo dizer o contrário...


    Última edição por ExtremeZelda em Dom 24 Fev 2013, 14:56, editado 1 vez(es)
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por SparkTFS em Dom 24 Fev 2013, 03:50

    Sinceramente, essa Ministra fala como se ela ao menos tivesse algum breve conhecimento sobre a indústria de games '¬¬ ...Os games possuem muito fator cultural SIM. Existem games com histórias fantásticas e personagens complexos (como em ALGUNS livros), possuem trilhas memoráveis (música...), possuem visual espetacular e brilhante (como as grandes obras de arte do passado...), enfim, isso tudo não passa de falta de conhecimento dessa Ministra 'U_U . Ela nem ao menos tentou ser educada, na minha opinião ela ter dito que os videogames (e os jogos no geral) são apenas "uma forma de entretenimento" e que só serve para "distrair as crianças por algum tempo" foi muito ofensivo ene . Eu já vi games muito mais memoráveis e épicos que vários e livros e "músicas" Brasil afora #FATO

    PS: Desculpem-me pela falta de nexo, eu não estou enxergando o teclado direito XP ...
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por anmani em Dom 24 Fev 2013, 04:06

    essa ministra não entende da industria de games.
    o sparktfs falou boa parte do que eu estava pensando.
    games ja é cultura, só falta as pessoas abrirem as mentes para ver que não é apenas diversão.
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Linkzx em Dom 24 Fev 2013, 04:21

    Acredito que ela esteja falando de jogos que nem COD e afins, pq se ela for olhar outros que nem AC3 é cultura sim

    Eu não esperava nada de diferente


    Relaxa e Goza gente
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Angel Kenede em Dom 24 Fev 2013, 05:07

    Isso só prova mais uma vez que toda política do Brasil é/sempre foi uma vergonha!

    Nunca vale/valerá a pena esperar algo deles.
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por shadowfly em Dom 24 Fev 2013, 07:57

    Olha quem é a ministra...

    Cultura é novela
    cultura é carnaval

    isso sim é cultura...

    Ninguém leva a sério o que essa desvairada fala.
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Armored em Dom 24 Fev 2013, 08:34

    Aposto que conhece só 6 jogos.
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por resh em Dom 24 Fev 2013, 09:04

    sabia que pelo menos um ia falar algo tipo iso, espero que a próxima geração de adultos(nós) seja uma geração de mente mais aberta
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Convidado em Dom 24 Fev 2013, 09:12

    - O mercado de jogos vem crescendo muito e se tornando um meio altamente lucrativo e gerador de empregos, por isso o Brasil sempre esta atrasado, ele demora pra investir em tudo, foi assim na época das ferrovias, da industria e agora dos jogos.

    enquanto Hollywood ganha milhões com filmes, apenas a pouco tempo atrás o Brasil conseguiu um pouco de notoriedade com o filme tropa de elite, agora, o mercado de jogos que já demonstrou poder ser mais lucrativo que o cinema não esta recebendo investimento do Brasil, assim que todos os países estiverem tendo lucros monstruosos com ele o Brasil começará a investir em 16 bits.

    O mercado de jogos no Brasil mobilizou em 2010 950 milhões de reais, se não me engano em 2012 esse numero chegou a +/- 1 bilhão, um numero que só não foi muito maior devido aos impostos.

    Após ver isso se nota claramente que o Brasil esta se atrasando com atitudes como essa, mantendo impostos altos, não dando suporte a industria e ainda mantendo uma mulher totalmente despreparada e ignorante como essa como ministra da cultura.

    A única coisa que eu queria agora era que ela fosse exonerada do cargo não pela opinião dela que jogos não são culturas, porque isso mesmo sendo algo totalmente equivocado pode ser perdoado, mas simplesmente pelas várias atitudes patéticas que ela tem e principalmente pela falta de educação demonstrada para falar de algo que movimento bilhões de dólares no mundo e que gera bilhões de empregos.


    - após falar dela, vamos falar das empresas, após isso alguém ainda acha que alguma empresa tem obrigação de mover céus e terra para ter o melhor desempenho e atendimento no Brasil? é por essa falta de interesse do Brasil que algumas empresas como a nintendo não investe com tudo aqui.

    É claro que isso não é culpa do consumidor, mas sejamos sinceros, quando foi que nós obrigamos o Brasil a diminuir os impostos ou algo relacionado a videogames? Nós, jogadores de modo geral não fazemos nada, logo não temos a minima moral para reivindicar que uma empresa de jogos invista pesado no Brasil.

    A melhor foma de obrigar o país a diminuir impostos, aceitar como cultura e etc. é uma greve em massa pre organizada, como assim?

    É simples, um representante entra em contato com o governo para redução de impostos (no caso a lei já esta pronta, basta assinar e entrar em vigor) até X dia, se o Brasil não fizer isso nenhum jogador do País trabalhará até que isso ocorra, como uma greve nesse nivel gerará bilhões de prejuízo por dia, rápidamente iremos conseguir o que queremos, mas algumas vez já fizemos isso, ou algo parecido?

    A sim, uma greve como essa não faliria o país já que ele possui bastante dinheiro guardado, o suficiente pra o colocar entre as 6-8 maiores potencias (em dinheiro acumulado)


    - Me segurem que eu vou matar essa mulher
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Convidad em Dom 24 Fev 2013, 09:14

    Botar impostos absurdos em tudo é cultura ;
    Carnaval é cultura ;
    Novela é cultura;
    Desenho animado é cultura;

    Mas games não são cultura Face Palm :x
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por felink em Dom 24 Fev 2013, 10:57

    No Brasil até funk carioca é cultura Face Palm
    Como jogos que contam eventos históricos como Assassin's creed não são considerados cultura?
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Peixe e Fritas em Dom 24 Fev 2013, 11:12

    Armored escreveu:Aposto que conhece só 6 jogos.

    5 da serie COD
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    Blue Yoshi
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Blue Yoshi em Dom 24 Fev 2013, 11:22

    Cara ministra Marta Suplicy: Espero que vossa mercê desfrute de quando um Creeper entra em sua cavidade anal e faça aquele barulho de panela de pressão.
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Sum41 em Dom 24 Fev 2013, 11:22

    "Lamental"... Sem cultura essa Senhora...
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    Athos
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    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

    Mensagem por Athos em Dom 24 Fev 2013, 11:45

    #ImpeachmentSimba

    #ImpeachmentSuplamãe

    #ImpeachmentMáfiadomal

    Esses políticos que são sem cultura;

    Conteúdo patrocinado

    Re: Para Ministra, jogos não são Cultura

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      Data/hora atual: Ter 17 Out 2017, 00:14