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    Análise - Metal Gear Solid: Peace Walker

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    Shurebis
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    Análise - Metal Gear Solid: Peace Walker

    Mensagem por Shurebis em Qua 16 Jun 2010, 18:21

    Como minha última análise deu 'um pouco' de polêmica, vou me esforçar para ser IMPARCIAL. Expor fatos, sem opinião. Sobre o jogo, um dos melhores, se não o melhor de PSP até o momento. Lindo, completo, infinito. OBS: As imagens do texto foram tiradas por mim, pela Camera do jogo, que pode ser usada um acessório, deveras interessante.

    Jogabilidade - E lá vamos nós falar sobre 'shooters' no PSP. Você pode jogar de 3 modos: Action Type, com a câmera movida pelo d-pad, Shooter type, com a câmera movida pelo 'xisbolaquadradotriângulo', ou Hunter Type, que possui um esquema idêntico ao de Monster Hunter Freedom. O Shooter Type foi o mais usável, mas é tudo questão de gosto. Se você mesmo assim achar ruim, o jogo possui um Auto-aim, que facilita na mira, além de um COMPLETÍSSIMO tutorial explicando tudo no começo do jogo, pra você não ficar perdido nos controles.


    Não matar inimigos aumenta seu ranking no fim da missão, além de ser muito mais legal ameaçar segurar seu inimigo e ameaçá-lo para fazê-lo falar.

    Gráficos - Entre os melhores do PSP, ficando entre Crisis Core e God Of War. Efeitos de luz, um Big Boss fodidamente detalhado e cenários muito bem feitos, fora as animações, que são feitas a mão.

    Músicas - Você invade a base central inimiga, está sendo atacado por um helicóptero e um exército munido de Machine Guns e Rocket Launchers, e começa a tocar uma música com vocal. Simplismente animal. Destaque aos efeitos sonoros, um forte do game. Aliás, jogue de fone. Abaixo, uma das músicas, para se ter uma ideia.



    História - O jogo se passa 10 anos depois de Metal Gear Solid: Snake Eater, o MGS3 de Playstation 2, e mostra a primeira missão da MSF, Militaires Sans Frontières, literalmente Soldados Sem Fronteiras, uma organização sem pátria iniciada pelo Big Boss. A missão consiste em descobrir o que exércitos fazem em território Costa-riquenho, um país cujas leis proíbem a criação de um Exército, e que sua ex-chefe, a qual você matou 10 anos atrás, possa estar envolvida. Não falarei mais por spoilers, mas vou dizer: meu olho encheu de lágrimas, e volta a encher só de lembrar. Pode ser um pouco confusa pra quem nunca jogou algum Metal Gear antes (como eu) mas o jogo explica quase tudo que é preciso.


    Esse sou eu, tirando uma foto de um Rathalos correndo em minha direção, pronto para me matar. Apenas um exemplo da mente doentia de Kojima.

    Extras - MUITOS extras. Uma vez, Kojima disse que Peace Walker seria Metal Gear+Pokémon+Monster Hunter, e eu só comecei a entender pra mais da metade do jogo. Quando você acha que não vai abrir mais nada, aparece mais um extra completamente novo e diferente, mas de suma importancia pro jogo. No total, temos as Main Ops, Extras Ops, Outer Ops (acredite, isso é em turnos), desenvolvimento de armas, criar o seu Metal Gear, e MILHARES de Briefing Files (arquivos de áudio) para se ouvir e muitas coisas secretas espalhadas pelas Extras Ops para se achar, o que aumenta MUITO o tão discutido Replay. Pra entender, eu estou com 30h, terminei as Main Ops fazendo os extras em conjunto e estou com 20% de tudo.

    Pra finalizar, apenas digo: o jogo foi completamente dirigido por Hideo Kojima, diferentemente de Portable Ops, ou seja, a genialidade desse psicótico esquisito com gosto duvidoso é que manda, e pode apostar que ele sabe o que faz.


    Última edição por Shurebis em Qua 16 Jun 2010, 18:30, editado 2 vez(es)
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    Rafael Freitas
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    Re: Análise - Metal Gear Solid: Peace Walker

    Mensagem por Rafael Freitas em Qua 16 Jun 2010, 18:28

    Ótima análise Shurebis.

    Nunca joguei seriamente um MGS, mas desde a E3 do ano passado, fiquei interessado neste jogo. To com o Portable Ops aqui, vou tentar terminar esse o mais rápido possível, pois quero muito pegar esse Peace Walker. O Kojima é foda, sem mais.

      Data/hora atual: Ter 22 Ago 2017, 23:34