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    O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

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    Guinomonster
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    O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por Guinomonster em Sex 30 Mar 2012, 19:59

    Você já leu o review do Kotaku sobre o PlayStation Vita, acompanhou as experiências de um early adopter e viu incontáveis vídeos por aqui. Eu também li, vi e joguei. Mas ainda não me convenci de que o novo portátil da Sony vai dar certo.

    Eu comprei o Vita para o Kotakuense Fernando Mucioli em uma viagem recente e, com a desculpa de “preciso tirar da caixa pra não dar problema na alfândega”, coloquei minha conta da PSN e dei uma volta no bicho antes de passar às mãos mais #truegamer do broder. Instalei algumas demos, comprei um jogo e carreguei o PS de bolso (grande) para o aeroporto. A viagem de 10h30 (com tomadas no avião!) parecia uma ótima oportunidade para conhecer tudo. Pensei em escrever algo para o Gizmodo. Mas a verdade é que minhas primeiras impressões foram tão filosoficamente desanimadoras que achei que estava sendo chato demais, então decidi não escrever qualquer coisa. Até ver, hoje, um artigo da revista britânica EDGE [edição 238] que me fez entender o meu problema com o portátil da Sony, que se materializa no que é o mais importante título de lançamento: Golden Abyss, o mini-Uncharted.



    No PS3, Uncharted é uma experiência cinematográfica. Explosões, perseguições, abismos grandiosos, trilha sonora épica, cenários de perder de vista. Eu não sou o maior fã da série, tenho de admitir, mas ela é uma experiência, daquelas que me faz olhar para a TV de plasma grande e o home-theater e dizer: “OK, fez sentido gastar tanto dinheiro com vocês.” Mas e no Vita?
    A EDGE avalia que, se comparado às aventuras de Drake no PS3, Golden Abyss parece aquele filme que sai direto em DVD nas locadoras. A escala da ação é menor, o que acontece no background é mais estático (até porque ocupa 2 mm da tela), as animações faciais têm menos atenção (porque você não vai percebê-las mesmo) e tudo – do plot aos diálogos – parece ter tido menos atenção. Na abertura da seção de reviews da revista, eles explicam “Por que Uncharted portátil nunca vai bater o Drake em casa”:

    “Se o sentido da jogatina portátil é convergência e flexibilidade, então tentar socar uma experiência projetada para consoles em um portátil parece não entender o objetivo. O Vita é uma formidável peça de tecnologia, mas será que ele não deveria ir na direção de uma nova geração de games portáteis, em vez de pegar experiências construídas para a sua casa e levar para a cegante luz do sol?”

    Em outras palavras, Uncharted nunca terá a mesma grandiosidade na sua mão. Por diversos motivos, e o primeiro é econômico. Quando um estúdio faz um jogo, ele ajusta seu tempo de desenvolvimento, equipe e orçamento de acordo com a base instalada. A série Modern Warfare e GTA, por exemplo, só são possíveis porque há potencialmente mais de 20 milhões de compradores. Algo impensável no Vita.
    O segundo motivo é visual. Estou jogando agora a série Mass Effect no PC com um monitor bem grande (estou me sentindo um alien por não entender a polêmica). E a escala épica, de você se sentir pequeno frente a uma paisagem de perder de vista, é o que torna um jogo épico, épico. E essa experiência só me parece possível em uma tela grande, com muitos pixels para fazer paisagens infinitas e cenários mais vivos. Por esse motivo, não consigo imaginar coisas como Halo ou mesmo um Modern Warfare decente em versão diminuta.


    "Tap-tap-tap"

    E por último e não menos importante, há os controles. O Vita tem muitos deles, nunca é demais listar: duas alavancas, um direcional digital, dois controles de ombro, quatro na face, giroscópio, acelerômetro, tela e traseira sensíveis ao toque – é muita coisa em um espaço pequeno. Desde a minha primeira experiência com o Vita, a minha sensação é que, individualmente, os botões são ótimos, e um botão de verdade e alavancas sempre serão melhores que a emulação de controles no touchscreen do iPhone que estou acostumado, mas quando você usa todos eles de uma vez, é confuso e ruim. Falta espaço para as mãos. Eu senti bastante isso jogando FIFA. O jogo é lindo, e é legal poder tocar na tela para passar a bola, mas olhe para o Vita e tente imaginar segurar o botão de correr, a alavanca da esquerda de direção, a da direita do drible e mais um outro botão para passar. Minha mão não cabe, assim como a ação não cabe na tela: é difícil ter uma visão tática com câmera afastada. Depois de duas partidas, a coisa fica desconfortável, e o pensamento para mim era simples: “por que eu não estou jogando isso no meu Xbox?” Especialmente considerando que a versão de Vita custa 40 Euros lá fora.

    Lendo os reviews, percebo que os jogos mais bem avaliados são justamente os mais simples: Rayman Origins (direcional e um botão simultâneos na maior parte do tempo), Tales from Space e Plants vs Zombies, o último que a essa altura do campeonato deve ter saído até em geladeiras. Os jogos mais trabalhados parecem ter uma única função: tirar onda. Veja o que a IGN diz sobre Ultimate Marvel vs Capcom 3: “Se você está procurando uma pancada gráfica para se exibir com seu novo e brilhante Vita, Ultimate Marvel vs. Capcom 3 é um belo candidato.”

    Porque tudo parece, no fim das contas, esbarrar na simplificação e relativa pequeneza da experiência. é impossível mover só um pouquinho a alavanca ou acelerar até a metade em um jogo complexo de Fórmula 1, como nota o Destructoid sobre F1 2011; um nível de dificuldade mais fácil e manobras automatizadas são necessárias no remake de Ninja Gaiden, aponta a Game Informer; AI mais gente boa e velocidade diminuída (inclusive nos framerates) são a maneira do Wipeout 2048 funcionar, segundo o GiantBomb. E por aí vai.



    Rayman Origins: um jogo de plataforma bem feito que se sai melhor que os "blockbusters" na tela do Vita
    Sim, estou selecionando impressões parecidas com as minhas, e há críticos e certamente alguns de vocês que acharam os jogos acima sensacionais. Mas acho que o sentimento geral sobre o Vita prova o que o portátil da Sony caminha em uma trilha complicada: seus jogos não podem ser simples demais, já que há a concorrência dos onipresentes smartphones e iPads com ofertas de qualidade a menos de 5 dólares (ou de graça!), e também não podem ser megacomplexos porque, bem, eles não podem, pelas limitações físicas do portátil, custos de produção e porque jogos épicos são bem menos épicos em uma tela de 5 polegadas. O Vita até tem capacidade e botões para tal, mas será que faz sentido mesmo? Drew Millard, da Kill Screen, ao fazer uma incrível e pertinente comparação do Vita com o Burrito da Chipotle, uma ótima rede de fast-food que está bombando nos EUA, resume o problema:

    “A maioria das pessoas já joga coisas nos seus iPhones, e para mim pessoalmente, uma vez que a experiência de jogo alcança um certo nível de qualidade, eu prefiro tê-la sentado em uma cadeira na frente de uma TV, em vez de ficar corcunda com uma telinha no metrô.”

    Não adianta, meu povo, o tamanho da tela é um fator. Ou você vai me dizer que ver o último filme do Senhor dos Anéis é a mesma experiência em uma tela dessas e na TV da sala? Ou que um episódio de Game of Thrones na telinha do Vita é tão bom quanto na sala, com volume alto e alguém do lado que possa compartilhar a tela?
    Os jogos do Vita não são curtos o suficiente para jogar no ônibus ou metrô (fora a questão da segurança no Brasil!) e não fazem sentido no sofá, com um console na sua frente. E não me venha com a desculpa de “com o videogame eu ocupo a TV da sala”. Se você tem dinheiro para comprar um Vita e um ou dois jogos, você basicamente tem dinheiro para comprar pelo menos uma TV de 32’’ Full-HD para botar no quarto e jogar com o videogame que você já tem. Se você ainda não tem um dos videogames lançados há pelo menos 5 anos e se considera um desses “hardcore gamers”, está fazendo algo errado, esqueça o Vita.



    Entende o meu problema? Eu não consigo ver o comprador do Vita (mal aí, Fernando), especialmente no Brasil. Em termos de hardware, ele será rapidamente ultrapassado pelos smartphones – o iPad novo já tem a mesma capacidade gráfica, numa tela maior, e acrescentar botões é uma questão de tempo. Os jogos continuarão caros porque os desenvolvedores tem de recuperar o custo de produção maior, mas a falta de base instalada vai jogar cada vez mais os produtores para Android e iOS. E a Sony está sangrando dinheiro. Então, de onde virá o killer app? Ele virá? Será que se esperar um ano o mini PlayStation fará sentido?

    A minha empolgação com o Vita não durou nem metade do voo de volta, e o entreguei sem muita saudade. Resolvi que se quiser jogar coisas bem profundas, envolventes e épicas, fico nos consoles ou no PC. Se quiser algo rápido ou descompromissado (não necessariamente pior, apenas diferente), pulo pro iPad ou o iPhone. Em viagens, mesmo longas, um livro ou HQ já resolvem. E para você? Como encaixar o Vita na sua vida?


    Vi esta maravilhosa matéria aqui, onde a Kotaku conseguiu dizer tudo o que eu penso sobre o PSVita, achei uma matéria excelente, espero que gostem.
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    Kalayude
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por Kalayude em Sex 30 Mar 2012, 20:17

    Ótima matéria mesmo.
    A Sony tem que sacar que não é porque um game faz sucesso num console de mesa,que ele vai fazer sucesso num portátil.São perspectivas bem diferentes.
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por ¿Pedro? em Sex 30 Mar 2012, 20:26

    Essa é aquele tipo de matéria que desmotiva qualquer um. Mas eu vou comprar um (espero) se eu não gostar eu vendo, comprando nos EUA dá pra ter lucro até vendendo como usado Razz
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    Guilherme Bittencourt
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por Guilherme Bittencourt em Sex 30 Mar 2012, 21:05

    Em uma coisa a galera tem que concordar, anintendo tem muito mais experiência em consoles portáteis do que a sony, não esperem que o vita seja o máximo só por causa de gráficos, até hoje uma das séries que mais faz sucesso nos portáteis é pokémon, e vc ja viu um pokémon como o de portáteis num console de mesa?
    cada tipo de console tem seu estilo, é muito difícil que a sony agrade seus "gamers hardcore" com o vita, lembrando que consoles portáteis não são pra pessoas loucamente viciadas, são para os que tem pouco tempo, e jogam mais na rua do que em casa!
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por Convidad em Sex 30 Mar 2012, 21:12

    É uma analise bem interessante, isso é fato. Mas mesmo assim não diminuiu meu hype quanto ao portátil.

    Muitas coisas das quais ele disse para o Vita, não fazem sentido, quando ele cita tamanho de tela ou segurança no Brasil para andar com o portátil, pois são aplicadas para o 3DS (por ser portátil também), portátil no qual faz grande sucesso.

    Concordo no ponto que trazer games de console para um portatil, pode não ser tão vantajoso. O Uncharted é até agora o Uncharted que fez menos sucesso, de todos os Uncharted's lançados.

    Mesmo a "IGN" (empresa que pra mim não tem credibilidade nenhuma) dizendo que Ultimate Marvel vs Capcom 3 ser só pancadaria, ele consegue ser melhor que o SSIV 3D Edition em diversos pontos, e, não digo só graficos. Tem um multiplayer melhor, mais personagens, mais cenários, combinações de golpes mais trabalhadas e etc.

    Mortal Kombat, por exemplo, não será um mero port. Terá diversas funcionalidades a mais para o Vita, além de já vir com todos os DLC's.

    Apple nunca irá conseguir trazer jogos exclusivos e jogos do Nivel que a Nintendo e a Sony levam para seus portáteis. E discordo completamente quando é dito que é questão de tempo para um IPAD ter botões, pois isso mudaria completamente o layout padronizado dos produtos da Apple.

    Lembre-se que a Kotaku era uma das que mais criticavam o 3DS no começo. Hoje o portátil já tem 1 ano e mostrou a todos a sua potencia. A opinião da Kotaku mudou completamente.

    É uma questão de tempo para o portátil mostra á que veio. É uma questão de tempo pra Sony mostrar se seus produtos foram feitos para falhar ou pra inovar.

    PS: Acabei de ver quem fez a analise da Kotaku. Nada mais, nada menos que Pedro Burgos, o maior baba ovo da Apple. Na boa, esse cara mete o pau em tudo que não é da Apple. 3DS foi chamado por ele de "Nintendo fail em 3D", hoje ele mudou a opinião completamente. Esse cara é uma piada.
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    gms
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por gms em Sex 30 Mar 2012, 21:44

    a sony deveria investir nos portáteis criando uma seria própria para portáteis, e não porque ele(vita) tem gráficos avançados que um jogo que faz sucesso no ps3 também fara sucesso nele,faça como a nintendo fez com pokemon,um pokemon de portátil é bem melhor que um de console,pois ele foi projetado para portáteis. Então é melhor a sony ter isso em mente porque se não seus portáteis nunca terão algo que realmente chame atenção
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    Tchuk-ex
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por Tchuk-ex em Sex 30 Mar 2012, 21:59

    robert.prado2 escreveu:
    Apple nunca irá conseguir trazer jogos exclusivos e jogos do Nivel que a Nintendo e a Sony levam para seus portáteis. E discordo completamente quando é dito que é questão de tempo para um IPAD ter botões, pois isso mudaria completamente o layout padronizado dos produtos da Apple.
    THIS, do que adianta uma telona, um hardware foderoso, se 99% dos jogos são meros time-killers? Além disso, a grande maioria das pessoas que compram um ipad o fizeram para usar outras aplicações que não jogos, um jogo bom lançado para um tablet nunca vai ter o mesmo destaque do de um lançado para um console portátil, sem falar que o público dos tablets em sua maioria são casuais ao extremo, com isso raramente se terá jogos mais profundos e trabalhados em um tablet, e a falta de botões fisicos encomoda MUITO, a jogabilidade do street fighter alpha de smartsphones/tablets não me deixa mentir, e outro dia eu vi um cara tentando jogar sonic3 num ipad(acho), coitado Laughing

    Aposto que quase todos esses analistas que criticam os videogames portáteis, o fazem só para ter alguma esperança de jogar mario kart ou the little big planet em qualquer lugar sem ter que comprar um aparelho só pra isso.

    Quanto ao vita, a proposta dele é bem bacana, mas por mais que ele tenha jogos bons, falta um system-seller de peso, só isso, o kotaku não precisava ter feito o drama de uma notícia toda só pra queimar o filme do console.
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por Convidad em Sex 30 Mar 2012, 22:05

    tchukex escreveu:
    robert.prado2 escreveu:
    Apple nunca irá conseguir trazer jogos exclusivos e jogos do Nivel que a Nintendo e a Sony levam para seus portáteis. E discordo completamente quando é dito que é questão de tempo para um IPAD ter botões, pois isso mudaria completamente o layout padronizado dos produtos da Apple.
    THIS, do que adianta uma telona, um hardware foderoso, se 99% dos jogos são meros time-killers? Além disso, a grande maioria das pessoas que compram um ipad o fizeram para usar outras aplicações que não jogos, um jogo bom lançado para um tablet nunca vai ter o mesmo destaque do de um lançado para um console portátil, sem falar que o público dos tablets em sua maioria são casuais ao extremo, com isso raramente se terá jogos mais profundos e trabalhados em um tablet, e a falta de botões fisicos encomoda MUITO, a jogabilidade do street fighter alpha de smartsphones/tablets não me deixa mentir, e outro dia eu vi um cara tentando jogar sonic3 num ipad(acho), coitado Laughing

    Aposto que quase todos esses analistas que criticam os videogames portáteis, o fazem só para ter alguma esperança de jogar mario kart ou the little big planet em qualquer lugar sem ter que comprar um aparelho só pra isso.

    Quanto ao vita, a proposta dele é bem bacana, mas por mais que ele tenha jogos bons, falta um system-seller de peso, só isso, o kotaku não precisava ter feito o drama de uma notícia toda só pra queimar o filme do console.
    O cara da Kotaku que escreveu isso é um pu.ta applefag. A mesma baboseira que tá falando do Vita ele disse do 3DS e mesmo lendo na época ele chamando o 3DS de Nintendo Fail versão 3D, eu comprei o 3DS e não me arrependo. Laughing
    Noticia sensacionalista de um cara que testou o aparelho por horas e já quer definir se irá ser bom.
    Isso só faz a Kotaku perder cada vez mais a credibilidade que já anda em
    decadência.
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    EduKurosaki
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por EduKurosaki em Sex 30 Mar 2012, 22:13

    Essas comparações que eles fazem do 3DS/Vita com os Smartphones/Tablets é ridícula demais, lol.

    Ninguém, repito NINGUÉM compra um Ipad para....jogar. Mesmo tendo jogos bem bonitos (como Infinite Blade), não são suficientes para competir com portáteis dedicados a jogos.

    Não apenas pela falta de botões, e sim pq seus jogos não são cativantes. Você joga por uns minutos e...só. Não dá para comparar com a experiência que um SM3DL ou o Uncharted GA podem proporcionar.

    Eu tenho um Smartphone e ADORO Angry Birds (é muito divertido!), mas ele é para momentos de extremo tédio. Jamais largaria meu DS para ir jogá-lo.

    Continuo com a opinião de que portáteis e smartphones nunca foram e NÃO são rivais. Seus públicos são bem diferentes.
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    ShadowHider9
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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

    Mensagem por ShadowHider9 em Sex 30 Mar 2012, 22:26

    Achei ridiculo os comentários dele em relação a tela do portatil, acho que ele não gosta é de PORTATÉIS, e não do Ps Vita em si.

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    Re: O complexo de grandiosidade que pode matar o PS Vita

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