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    PS Vita desenhada para dificultar a vida aos piratas

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    RuisuKiral
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    Veterano Nv.27

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    Re: PS Vita desenhada para dificultar a vida aos piratas

    Mensagem por RuisuKiral em Sex 17 Fev 2012, 18:40

    PS Vita projetado para durar 8 anos na minha gaveta, depois de zerar Persona 4 The Golden.
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    Wiilington
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    Re: PS Vita desenhada para dificultar a vida aos piratas

    Mensagem por Wiilington em Sex 17 Fev 2012, 19:01

    Lukepaz99 escreveu:
    Hitsugi escreveu:
    Consoles foram feitos para serem aproveitados, não para serem descartáveis. E se o seu console teve uma vida muito curta, isso não é culpa da Sony, mas sim, sua.
    a cada dia que passa o fórum só piora. esse troglodita nunca teve PS3 na vida mesmo.
    nunca vi tamanha falta de informação por parte das pessoas principalmente sobre defeitos dos consoles nesta geração.
    culpa minha? kkkkkkkkkkk faz me rir eu cuido dos meus consoles como se fosse um filho.
    Os consoles da Sony são realmente frágeis, não coloque a culpa no seu dono.
    Quase toda vez que eu via uma amigo com PS1/PS2 levava teeeempos pra ele conseguir fazer o jogo rodar, além de que muitas vezes controles OFICIAIS estavam quebrados.

    E meu tio tem um PS3. Não deu 2 meses o console quebrou o leitor.
    Pois é o meu PS3 nem tinha 6 meses e o controle pifou, parou de funcionar o console reconhecia mas ele não dava resposta, levei no tecnico e não tinha mais conserto, ai tive que desembolsar 150,00 num novo dualshok 3 e deixei ele para reposição de peças ja que a bateria esta novinha ainda eos analógicos tb, e olha que não é culpa do dono como disseram, pois eu tb cuido e muito bem de meus consoles cyclops
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    Andrinny
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    Re: PS Vita desenhada para dificultar a vida aos piratas

    Mensagem por Andrinny em Sex 17 Fev 2012, 20:56

    Bem pessoal, acabei de ler um texto que mostra que eu estou errado.

    Então foi mal aí se alguém se sentiu ofendido, mas, esse é o meu jeito de viver♫♪...
    Me desculpem mesmo Embarassed , eu estava errado com relação à durabilidade do console, e aposto que se você ler esse texto também vai mudar de ídeia:


    Aparelhos eletrônicos: programados para "estragar":

    Você já deve ter ouvido falar na obsolescência programada, uma estratégia de mercado que surgiu na década de 1920, após a crise de 1929. Este fenômeno industrial e mercadológico fazia com que as empresas desenvolvessem produtos com uma vida útil mais curta apenas para garantir o consumo constante de novos itens, aquecendo, assim, a economia, que vivia maus momentos.

    O criador dessa "galinha dos ovos de ouro" foi o então presidente da General Motors, Alfred Sloan, que desenvolveu a teoria para incentivar a troca freqüente de carros. O apelo é utilizado até hoje: as montadoras mudam anualmente os modelos e acessórios dos veículos. Só que no caso dos carros, existe manutenção e reposição constante de peças anteriores, portanto, não há uma imposição na troca. Ou seja, fica a critério do consumidor querer andar com o carro do ano ou não. Já no caso de eletrônicos e eletrodomésticos, a história é outra. Algumas fabricantes tiram de linha o produto e suas peças, e acabam forçando uma nova compra caso aquele aparelho estrague.

    O advogado especialista em direito do consumidor, Dr. Eduardo Alberto Squassoni, do escritório Letang Associados, explica que o código do consumidor não determina um tempo para que as empresas retirem as peças de reposição e isso atrapalha muito a vida dos clientes. "O código diz que deve haver um prazo razoável, mas o razoável depende muito de cada produto. Em uma decisão judicial, este prazo acaba entrando no entendimento do juiz", explica. Isso significa que as fabricantes podem retirar peças e produtos de linha a hora que quiser e o consumidor fica sem a possibilidade de consertar um produto mais antigo.

    O especialista conta que um de seus casos mais recentes está sendo baseado nesta lei. Uma pessoa comprou uma televisão de LED e tecnologia 3D, e seis meses depois o produto parou de funcionar. O consumidor, então, procurou a fabricante. Mesmo dentro da garantia, a empresa afirmou não ser possível o conserto do produto, pois ele estava fora de linha e já não existia mais peças de reposição. A empresa ofereceu um reembolso para o consumidor com o valor original pago pela TV. Mas o advogado explica que terá de entrar com uma ação para obrigar a companhia a reembolsar o preço corrigido da TV.

    "Com o valor pago na época, meu cliente não conseguirá comprar uma TV nova da mesma marca e com as mesmas funcionalidades. O mínimo que eles terão de fazer é pagar o valor corrigido ou dar uma TV equivalente", comenta. "Este caso implica ainda em pedir um dano moral, pois o consumidor não está usufruindo da TV", completa.

    No documentário "The Light Bulb Conspiracy" ("A conspiração da lâmpada", em português - veja o vídeo abaixo), a cineasta Cosima Dannoritzer mostra que, apesar das fabricantes negarem, a indústria tem práticas para determinar a validade de seus produtos e isso acontece, especialmente, na indústria da tecnologia. Um dos casos apontados no vídeo é o da primeira geração do iPod, que teve problemas na bateria oito meses depois da compra. O consumidor em questão procurou a Apple, que sugeriu: "vale mais a pena comprar um iPod novo". O caso se tornou uma ação coletiva, que deu aos clientes uma substituição das baterias e a extensão da garantia por US$ 59. Ao ser questionada sobre o fato, a empresa alegou que "a vida útil dos produtos varia muito com o seu uso".

    Outro caso apresentado no documentário revela que um rapaz procurou a assistência técnica para restaurar sua impressora a jato da Epson e os técnicos disseram que não havia conserto. Indignado, o consumidor procurou mais sobre o assunto na web e descobriu uma "teoria" que ronda fóruns: segundo os usuários, existe um chip que determina a duração do produto. Quando a impressora atinge um número de páginas impressas, ela trava e não volta mais a funcionar.

    Ao ser procurada pelo Olhar Digital, a Epson negou que praticasse a obsolescência programada e disse que dá muita atenção à qualidade dos produtos, além de se preocupar com o meio ambiente. "Projetamos os nossos produtos pensando nas necessidades e nas demandas do consumidor e rejeitamos totalmente que eles sejam fabricados para apresentar defeitos depois de algum tempo", declarou a companhia.

    A fabricante ainda disse que, de acordo com pesquisas, a vida útil de uma impressora é, em média, de quatro anos. Depois deste tempo, normalmente, o consumidor busca a reposição por um modelo com tecnologia mais atualizada. "Hoje, é o mercado consumidor que define a vida útil de um produto, pois os consumidores estão sempre em busca de novo design, de novas tecnologias, a exemplo de impressão sem fio (wireless) ou até mesmo de impressão na nuvem. Eles também procuram mais desempenho, pois a cada lançamento a Epson desenvolve um produto que consuma menos energia e menos tinta", comentou.

    O argumento de que os consumidores buscam por produtos novos faz sentido, mas a diretora do documentário acredita que a obsolescência programada na forma psicológica também existe. Em outras palavras, o fato do consumidor substituir voluntariamente algo que ainda funciona só para ter o último modelo também é uma influência da indústria.



    Fonte:http://olhardigital.uol.com.br

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    Re: PS Vita desenhada para dificultar a vida aos piratas

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      Data/hora atual: Ter 17 Out 2017, 11:15